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	<title>Claudio Torres - Marketing Digital e Mídias Sociais</title>
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	<description>Marketing Digital e Mídias Sociais</description>
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	<copyright>Copyright &#xA9; Claudio Torres 2012 </copyright>
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		<title>Claudio Torres - Marketing Digital e Mídias Sociais</title>
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	<itunes:author>Claudio Torres - Marketing Digital e Mídias Sociais</itunes:author>
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		<title>A Hora e a vez das Startups (Oportunidades)</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2012/03/21/a-hora-e-a-vez-das-startups-oportunidades/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter lido muitos artigos com o título &#8220;Como ganhar dinheiro na Internet&#8221; ou &#8220;Como ficar rico na Internet&#8221;. Bem, este aqui não é um deles. Neste artigo vou falar sobre Startups no Brazil (ou Brasil como chamam os Nativos) e no mundo. Está ocorrendo um fenômeno no mundo todo, que se repete no Brasil, e que vem se consolidando nos últimos anos. O Fenômeno das Startups. Para quem não conhece o termo, Startup é uma empresa (neste caso do mercado de Internet) em fase de desenvolvimento. Ela é criada por um grupo de dois ou três fundadores, em geral programadores e designers, e financiada desde o seu nascimento por Angels (Investidores Pessoa Física) e VCs (Venture Capital &#8211; Capitalistas de Risco). A empresa cresce rapidamente, sem a preocupação de gerar faturamento e lucro para manter a operação, pois o dinheiro dos investidores cumpre este papel, domina sua categoria, e com o tempo desenvolve um modelo de negócio que gera lucro (em geral muito lucro). O interesse do investidor é se associar aos negócios no início do desenvolvimento e lucrar muito com isso, o interesse dos fundadores é colocar suas ideias em prática, e também lucrar muito com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft  wp-image-2552" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px; margin-top: 3px; margin-bottom: 3px;" title="Projetos de Startup no Brasil" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2012/03/startup_brasil.jpg" alt="" width="227" height="142" />Você já deve ter lido muitos artigos com o título &#8220;Como ganhar dinheiro na Internet&#8221; ou &#8220;Como ficar rico na Internet&#8221;. Bem, este aqui não é um deles. Neste artigo vou falar sobre Startups no Brazil (ou Brasil como chamam os Nativos) e no mundo.</p>
<p>Está ocorrendo um fenômeno no mundo todo, que se repete no Brasil, e que vem se consolidando nos últimos anos. O <strong>Fenômeno das Startups</strong>. Para quem não conhece o termo, Startup é uma empresa (neste caso do mercado de Internet) em fase de desenvolvimento. Ela é criada por um grupo de dois ou três fundadores, em geral programadores e designers, e financiada desde o seu nascimento por Angels (Investidores Pessoa Física) e VCs (Venture Capital &#8211; Capitalistas de Risco). A empresa cresce rapidamente, sem a preocupação de gerar faturamento e lucro para manter a operação, pois o dinheiro dos investidores cumpre este papel, domina sua categoria, e com o tempo desenvolve um modelo de negócio que gera lucro (em geral muito lucro).</p>
<p>O interesse do investidor é se associar aos negócios no início do desenvolvimento e lucrar muito com isso, o interesse dos fundadores é colocar suas ideias em prática, e também lucrar muito com isso. A Startup em geral é um esforço de 3 a 5 anos, prazo em que o negócio amadurece e se torna grande o suficiente para que se realizem os lucros. Neste meio tempo os fundadores vivem do salário e bônus, e o investidor da expectativa com os resultados (acompanhados de perto com métricas pré-estabelecidas).</p>
<p>O mercado de Internet vem crescendo em ritmo e diversidade muito além dos sonhos de qualquer um da minha geração. E as Startups ganharam força e abrangência por alguns motivos:</p>
<ol>
<li>A Internet se tornou tão popular que hoje é a mídia principal no mundo todo.</li>
<li>Os primeiros a participar de empresas como Amazon, Google, Skype, Yahoo, LinkedIn, e muitas outras, venderam suas participações, ficaram ricos, e querem reinvestir neste setor.</li>
<li>Pela primeira vez na história há uma grande comunidade de milionários que vieram da industria da Internet, entendem ela, e que querem investir nela.</li>
</ol>
<p>Dito isso, estou abrindo para o mercado meus projetos de Startup, tema que venho estudando a algum tempo, e que está diretamente ligado ao marketing digital, a lean startup e a outras metodologias.</p>
<p>O que busco neste momento são profissionais interessados em se associar a mim como fundadores. Estou buscando Excelentes Programadores, Fantásticos Designers, e outras feras do mercado de Internet, que se interessem por criar uma Startup comigo.</p>
<p>O Jogo é simples: Muito trabalho, foco no desenvolvimento e divulgação, e corrida atrás de investidores. Antes deste último, nada de remuneração.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.claudiotorres.com.br/voce-quer-ser-o-fundador-de-uma-startup/">ESTÁ INTERESSADO? TEM CERTEZA? ENTÃO CLIQUE NESTE LINK E PREENCHA O CADASTRO DE CONTATO</a></p>
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		<title>Lançado o livro: Marketing na Internet para Pequenas Empresas</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2012/02/07/lancado-o-livro-marketing-na-internet-para-pequenas-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:15:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>
		<category><![CDATA[Selected]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado o livro  &#8221;Marketing na Internet para Pequenas Empresas - Um guia prático para Pequenas Empresas usarem o poder da Internet e das Mídias Sociais para seus negócios&#8221; O livro, escrito pelo mesmo autor do Best Seller &#8220;A Bíblia do Marketing Digital&#8221;, Cláudio Torres, é um guia prático para os pequenos empresários usarem o poder da Internet e das Mídias Sociais. O livro apresenta para pequenos negócios dicas de como crescer seus negócios, promover seus produtos, aumentar suas vendas, e atender melhor os seus clientes através da Internet. É um guia prático, rápido de ler e de aplicação imediata para qualquer pequeno negócio. Ele foi escrito para ser lido, aplicado e ter bons resultados na Internet nas atividades de Marketing, Promoção e Vendas do pequeno negócio. O livro foi lançado inicialmente como eBook para Kindle, podendo ser lido em PC, MAC, iPad, etc&#8230; (baixe o leitor Kindle no site da Amazon), e em logo estará disponível na versão impressa na Amazon, para todos os empresários e executivos de pequenas empresas, que precisam entender melhor como utilizar a Internet em seus negócios em qualquer ramo de atividade. Se você não tem Kindle, você pode baixar o eBook para leitura no iPad, iPhone, Android, PC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.amazon.com/Marketing-Internet-Pequenas-Portuguese-ebook/dp/B0075W2FM2/ref=sr_1_1?s=digital-text&amp;ie=UTF8&amp;qid=1328469221&amp;sr=1-1"><img class="alignleft size-full wp-image-2287" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid; margin: 5px;" title="Marketing na Internet para Pequenas Empresas" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2010/09/MarketingInternetPequenasEmpresas1.png" alt="" width="175" height="280" /></a></p>
<p>Lançado o livro  &#8221;Marketing na Internet para Pequenas Empresas - Um guia prático para Pequenas Empresas usarem o poder da Internet e das Mídias Sociais para seus negócios&#8221;</p>
<p>O livro, escrito pelo mesmo autor do Best Seller &#8220;A Bíblia do Marketing Digital&#8221;, Cláudio Torres, é um guia prático para os pequenos empresários usarem o poder da Internet e das Mídias Sociais. O livro apresenta para pequenos negócios dicas de como crescer seus negócios, promover seus produtos, aumentar suas vendas, e atender melhor os seus clientes através da Internet. É um guia prático, rápido de ler e de aplicação imediata para qualquer pequeno negócio.</p>
<p>Ele foi escrito para ser lido, aplicado e ter bons resultados na Internet nas atividades de Marketing, Promoção e Vendas do pequeno negócio.</p>
<p>O livro foi lançado inicialmente como eBook para Kindle, podendo ser lido em PC, MAC, iPad, etc&#8230; (<a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=dig_arl_box?ie=UTF8&amp;docId=1000493771" target="_blank">baixe o leitor Kindle no site da Amazon</a>), e em logo estará disponível na versão impressa na Amazon, para todos os empresários e executivos de pequenas empresas, que precisam entender melhor como utilizar a Internet em seus negócios em qualquer ramo de atividade.</p>
<p>Se você não tem Kindle, você pode baixar o eBook para leitura no iPad, iPhone, Android, PC, MAC, etc&#8230; basta baixar gratuitamente <a href="http://www.amazon.com/gp/feature.html/ref=dig_arl_box?ie=UTF8&amp;docId=1000493771" target="_blank">o link do Kindle no site da Amazon</a>. Depois é só comprar o eBook no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.amazon.com/Marketing-Internet-Pequenas-Portuguese-ebook/dp/B0075W2FM2/ref=sr_1_1?s=digital-text&amp;ie=UTF8&amp;qid=1328469221&amp;sr=1-1"><img class="aligncenter size-full wp-image-2288" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Marketing na Internet para Pequenas Empresa" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2010/09/MarketingInternetPequenasEmpresaslow.png" alt="" width="87" height="138" /></a></p>
<p>Boa leitura.</p>
<p>Cláudio Torres<br />
Consultor, escritor e palestrante</p>
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		<title>A Bíblia do Marketing Digital é o livro de Marketing Nacional mais Vendido em 2011. Pelo Segundo Ano Consecutivo.</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2011/12/13/a-biblia-do-marketing-digital-e-o-livro-de-marketing-nacional-mais-vendido-em-2011-pelo-segundo-ano-consecutivo/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 12:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não sou de me gabar. Faço meu trabalho. Trabalho duro como consultor de Marketing Digital, faço palestras por todo o país, sou muito bem recebido nos cursos de MBA que ministro, e de quebra ainda escrevo meus livros. Mas neste final de ano tenho que comemorar um feito fantástico. Pelo segundo ano consecutivo A Bíblia do Marketing Digital é o livro de Marketing Nacional mais Vendido em 2011. Em 2010 meu livro, A Bíblia do Marketing Digital, foi o segundo livro de marketing mais vendido no país, só perdendo para o Administração de Marketing, de Philip Kotler. Este ano, segundo a tradicional lista dos 10 livros de Marketing mais Vendidos do Mundo do Marketing, A Bíblia do Marketing Digital continua firme, só perdendo para o americano Philip Kotler. O mais importante é que por dois anos consecutivos, 2010 e 2011, A Bíblia do Marketing Digital é o livro Nacional de Marketing mais vendido do País. O que me deixa orgulhoso, não é só o fato de meu livro dominar o topo da lista dos nacionais desde seu lançamento, mas o fato de que isso comprova que eu estou no caminho certo, com minha aposta em um livro de qualidade, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bmd.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1880" title="Livro A Bíblia do Marketing Digital" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bmd.jpg" alt="Tudo o que você queria saber sobre marketing digital e publicidade online" width="194" height="279" /></a>Eu não sou de me gabar. Faço meu trabalho. Trabalho duro como consultor de Marketing Digital, faço palestras por todo o país, sou muito bem recebido nos cursos de MBA que ministro, e de quebra ainda escrevo meus livros. Mas neste final de ano tenho que comemorar um feito fantástico.</p>
<p><a href="http://mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/22366/top-10-de-livros-de-marketing-mais-vendidos-em-2011.html"><strong>Pelo segundo ano consecutivo A Bíblia do Marketing Digital é o livro de Marketing Nacional mais Vendido em 2011.</strong></a></p>
<p>Em 2010 meu livro, <a href="http://www.claudiotorres.com.br/2010/12/14/a-biblia-do-marketing-digital-e-o-livro-de-marketing-nacional-mais-vendidos-no-pais/"><strong>A Bíblia do Marketing Digital</strong>, foi o segundo livro de marketing mais vendido no país,</a> só perdendo para o Administração de Marketing, de Philip Kotler. Este ano, segundo a tradicional <a href="http://mundodomarketing.com.br/reportagens/mercado/22366/top-10-de-livros-de-marketing-mais-vendidos-em-2011.html">lista dos 10 livros de Marketing mais Vendidos do Mundo do Marketing</a>, <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/">A Bíblia do Marketing Digital</a></strong> continua firme, só perdendo para o americano Philip Kotler.</p>
<p><strong>O mais importante é que por dois anos consecutivos, 2010 e 2011, <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/">A Bíblia do Marketing Digital</a> é o livro Nacional de Marketing mais vendido do País.</strong></p>
<p>O que me deixa orgulhoso, não é só o fato de meu livro dominar o topo da lista dos nacionais desde seu lançamento, mas o fato de que isso comprova que eu estou no caminho certo, com minha aposta em um livro de qualidade, que mostra um modelo prático, sólido e consistente de uso do Marketing Digital, em uma linguagem acessível a todos. Um modelo que se espalha entre as Faculdades, MBAs, Empresas e Agências de Publicidade, e que produz naturalmente este resultado.</p>
<p>Quem comprou elogia muito e recomenda, quem ainda não comprou agora tem que comprar e ler este clássico: <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/">A Bíblia do Marketing Digital</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como tornar-se um profissional de marketing digital</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2011/11/21/como-tornar-se-um-profissional-de-marketing-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 17:08:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebo todos os meses dezenas de emails perguntando como tornar-se um profissional ou um Consultor de Marketing Digital. Assim, decidi escrever este post para orientar quais os passos para os interessados em tornar-se um profissional ou Consultor de Marketing Digital. É um fato inegável que a demanda por profissionais de marketing digital tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e que muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda. Somado a isso outros setores do marketing, da comunicação e da publicidade vem reduzindo sua demanda, fazendo com que os profissionais destes setores tenham interesse em se especializar, migrando para o Marketing Digital. Formação básica de um profissional de Marketing Digital O profissional que pretende trabalhar com Marketing Digital deve ter formação superior (Marketing, Publicidade, Comunicação, Engenharia, ou Administração). É possível se tornar profissional sem esta formação, mas o resultado pode ser temerário. No passado, webdesigners e programadores entravam no mercado sem nenhuma formação específica. O fato é que Marketing Digital é Marketing, uma ciência que vem da Administração, que vem da Engenharia. Assim possuir a base acadêmica em Marketing e Administração é fundamental para o melhor desempenho das atividades. A partir desta formação básica é que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.claudiotorres.com.br/cursos-de-marketing-digital-on-line/programa-de-formacao-de-consultores-e-gestores-em-marketing-digital/"><img class="alignleft size-full wp-image-2252" style="margin-left: 5px; margin-right: 10px;" title="Programa de Formação de gestores e consultores em Marketing Digital" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/11/bannercoachdigitalw3.png" alt="" width="220" height="103" /></a>Recebo todos os meses dezenas de emails perguntando como tornar-se um profissional ou um <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a></strong>. Assim, decidi escrever este post para orientar quais os passos para os interessados em tornar-se um profissional ou <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">É um fato inegável que a demanda por profissionais de marketing digital tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e que muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda. Somado a isso outros setores do marketing, da comunicação e da publicidade vem reduzindo sua demanda, fazendo com que os profissionais destes setores tenham interesse em se especializar, migrando para o <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong>.</p>
<h2>Formação básica de um profissional de Marketing Digital</h2>
<p style="text-align: justify;">O profissional que pretende trabalhar com <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> deve ter formação superior (Marketing, Publicidade, Comunicação, Engenharia, ou Administração). É possível se tornar profissional sem esta formação, mas o resultado pode ser temerário. No passado, webdesigners e programadores entravam no mercado sem nenhuma formação específica. O fato é que <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a> é Marketing</strong>, uma ciência que vem da Administração, que vem da Engenharia. Assim possuir a base acadêmica em Marketing e Administração é fundamental para o melhor desempenho das atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desta formação básica é que o profissional pode se desenvolver. Não há ainda um curriculum específico do profissional de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong>, e os cursos formais de MBA e Pós-graduação ainda tem sua grade curricular criada pela experiência do gestor de cada curso. Isto faz com que na maioria dos casos, mesmo com uma boa Pós ou MBA o profissional ainda sinta muita dificuldade em executar suas tarefas.</p>
<p>Na formação de um profissional de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> você deve se preocupar em desenvolver as seguintes competências:</p>
<ul>
<li>Formação básica em Marketing.</li>
<li>Conhecimento básico em Metodologias de Planejamento e Gestão de Tempo.</li>
<li>Conhecimento básico em técnicas de Negociação e Apresentação.</li>
<li>Formação em <a href="http://www.coachdigital.com.br/cursodistanciamarketing.php?id=4" target="_blank">Marketing Digital</a>.</li>
<li>Formação em <a href="http://www.coachdigital.com.br/cursoonlinemarketing.php?id=2" target="_blank">Planejamento Estratégico de Marketing Digital</a>.</li>
<li>Formação técnica básica em cada uma das <a href="http://www.coachdigital.com.br/cursodistanciamarketing.php?id=4" target="_blank">Setes Estratégias do Marketing Digital</a>.</li>
<li>Possuir uma metodologia de trabalho como <a href="http://www.claudiotorres.com.br/cursos-de-marketing-digital-on-line/programa-de-formacao-de-consultores-e-gestores-em-marketing-digital/" target="_blank">Gestor ou Consultor de Marketing Digital</a>.</li>
<li>Desenvolver uma <a href="http://www.facebook.com/groups/socialmarketingbrasil/" target="_blank">rede de contatos em Marketing Digital</a>.</li>
<li>Atualização constante através de livros, artigos e blogs.</li>
</ul>
<h2></h2>
<h2>As Setes Estratégias do Marketing Digital como base de formação</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos cursos de Marketing e Publicidade tem adotado <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/as-sete-estrategias-do-marketing-digital/" target="_blank">As Setes Estratégias do Marketing Digital</a> como modelo básico para seus módulos de Marketing Digital. Eu também uso em todo o meu trabalho este modelo, em particular em meus clientes de consultoria e nos meus <a href="http://www.coachdigital.com.br/" target="_blank">cursos online de marketing digital</a>.</p>
<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem3.png"><img class="alignright size-medium wp-image-1262" style="border-style: initial; border-color: initial; float: right; border-width: 0px;" title="As sete estratégias do marketing digital" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem3-300x214.png" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/as-sete-estrategias-do-marketing-digital/" target="_blank">As Setes Estratégias do Marketing Digital</a> são um modelo teórico de Marketing para a Internet e o ambiente online baseado nas teorias do Marketing, ela é ao mesmo tempo um bom caminho de aprendizado, desenvolvimento, e uma metodologia sólida de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/as-sete-estrategias-do-marketing-digital/" target="_blank">As Setes Estratégias do Marketing Digital</a> permitem que você ao mesmo tempo crie uma sólida <a href="http://www.coachdigital.com.br/cursodistanciamarketing.php?id=4" target="_blank">Formação em Marketing Digital</a>, e tenha uma Metodologia de Marketing Digital para o seu trabalho como <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a></strong> ou Gestor de Marketing Digital.</p>
<h2>Onde trabalhar com Marketing Digital</h2>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar melhor o seu interesse na carreira de marketing digital, você deve considerar que existem três posições principais que você poderá assumir neste mercado: Analista de Marketing Digital, Gestor de Marketing Digital e Consultor de Marketing Digital.</p>
<p style="text-align: justify;">O Analista de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> irá trabalhar em uma empresa ou agência de publicidade fazendo o planejamento de marketing digital, criando campanhas de marketing digital, e implementando estas ações, e geralmente trabalhando com um conjunto de terceirizados (empresas de SEO, Mídias Sociais, Blogueiros, Agências, etc&#8230;). Esta é uma posição mais operacional, ideal para os jovens que querem aprender e ganhar experiência neste mercado, e um bom caminho para aqueles que buscam uma transição de carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">O Gestor de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> irá trabalhar como Gerente em uma empresa, sendo o principal responsável pelo planejamento de marketing digital, pelo controle das metas, e pelo reporte à Diretoria de marketing ou comercial. Como todo cargo de gerência o ideal é que você já tenha experiência no mercado. Independente da sua competência como profissional de marketing digital, você terá que desenvolver competências em gestão de processo e pessoas para desempenhar bem sua atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O  <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a></strong>  é o profissional externo à empresa ou agência de publicidade, que pode trabalhar de forma independente ou associado a uma <a href="http://www.sconcept.com.br/" target="_blank">consultoria</a>, e que irá ajudar a empresa a desenvolver o planejamento de marketing digital, ou a agência a criar a campanha de marketing digital. Ele pode também ministrar cursos e palestras de marketing digital. Esta posição tem mais independência que as anteriores, mas o profissional deve ter um espirito empreendedor, pois além de executar suas atividades terá que vender seus serviços. Este profissional, além de adquirir conhecimento sobre marketing digital, terá que criar um processo de atualização constante, pois é o conselheiro das empresas, e possuir uma metodologia de trabalho, que vai bem além da metodologia de planejamento e ações de marketing digital.</p>
<h2>Buscando um emprego em Marketing Digital</h2>
<p style="text-align: justify;">Um vez formado em <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> você terá um segundo desafio que é conseguir se colocar no mercado. Seguindo a linha de raciocínio que desenvolvi até agora, você primeiro terá que decidir se quer buscar uma colocação como Analista ou Gestor de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> ou se pretende desenvolver uma carreira como <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Uma alternativa não exclui a outra, mas você terá que escolher em qual delas irá começar para poder buscar seu emprego como profissional de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Independente da sua escolha, a sua nova posição como profissional de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong> dependerá de alguns passos básicos. Crie seu curriculum no <a href="http://www.linkedin.com/in/claudiotorres" target="_blank">LinkedIn</a>, incluindo sua formação específica em <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong>, e um perfil no <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1643361315" target="_blank">Facebook</a>. Não espere que alguém leve você a sério no mercado de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a> </strong>se você não tem uma presença sólida na Web. O ideal é que você crie um <a href="http://www.claudiotorres.com.br/" target="_blank">Blog Profissional</a> (e ligado a ele um <a href="http://www.twitter.com/oclaudiotorres" target="_blank">Twitter</a>), onde você publique artigos ligados a seus conhecimento em <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a>. </strong>Isso ajuda muito na sua exposição, e é fundamental se sua escolha é ser um  <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Uma vez criada esta base, faça o seu próprio planejamento com <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/as-sete-estrategias-do-marketing-digital/" target="_blank">As Setes Estratégias do Marketing Digital</a>. Exponha-se. Participe de grupos no LinkedIn e Facebook, e do Buzz diário no Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você pretende uma vaga como Analista ou Gestor de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a>, </strong>comece a fazer contato e amizades, via Facebook, Twitter e LinkedIn, com profissionais de agências e de empresas que já trabalham nestas posições. Isso levará você rapidamente a se tornar conhecido. Deixe claro que está buscando uma oportunidade, e mostre seu potencial com as etapas anteriores.</p>
<p>Se você pretende ser <strong><a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultor de Marketing Digital</a>, a primeira coisa de que precisa são clientes. </strong>Neste caso, criar um planejamento com <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/as-sete-estrategias-do-marketing-digital/" target="_blank">As Setes Estratégias do Marketing Digital</a> e se expor com seu Blog, Twitter, LinkedIn e Facebook é fundamental. Além disso, se associar a agências ou <a href="http://www.sconcept.com.br" target="_blank">consultorias</a>, pode ser uma boa estratégia.</p>
<h2>Meu trabalho na formação de Gestores e Consultores de Marketing Digital</h2>
<p>Desde o lançamento do livro <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/" target="_blank">A Bíblia do Marketing Digital</a></strong> tenho participado de projetos de formação de profissionais de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a></strong>. Além de ministrar vários módulos de MBA e Pós em instituições de ensino, busco criar alternativas para os profissionais com menos tempo ou acesso às instituições de ensino mais renomadas. Como o tempo estes projetos vão se consolidando, e hoje posso estimar que mais de 3 mil profissionais foram treinados diretamente por mim em meus cursos e palestras.</p>
<p><strong>Minhas principais contribuições acessíveis a todos os interessados em se tornar Profissionais, Gestores ou  <a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultores de Marketing Digital</a>, são :</strong></p>
<ul>
<li>O Livro <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/" target="_blank">A Bíblia do Marketing Digital</a>.</strong></li>
<li>O e-Book para <a href="http://www.claudiotorres.com.br/palestras-e-cursos/guiadapequenaempresa/" target="_blank">Guia Prático de Marketing na Internet para Pequenas Empresas</a>.</li>
<li>Atualização constante através do <a href="http://www.claudiotorres.com.br/" target="_blank">www.claudiotorres.com.br</a>.</li>
<li>Atualização constante através do Grupo <a href="http://www.facebook.com/groups/socialmarketingbrasil/" target="_blank">S|Marketing Brasil no Facebook</a>.</li>
<li>O <a href="http://www.sconcept.com.br/sinsights" target="_blank">Programa de Atualização S|Insights</a>.</li>
<li>O <a href="http://www.coachdigital.com.br/cursodistanciamarketing.php?id=4" target="_blank">Curso Online de Marketing Digital</a>.</li>
<li>O <a href="http://www.claudiotorres.com.br/cursos-de-marketing-digital-on-line/programa-de-formacao-de-consultores-e-gestores-em-marketing-digital/" target="_blank">Programa de Formação de Consultores e Gestores em Marketing Digital</a>.</li>
<li>Programa de <a href="http://www.sconcept.com.br/seja-nosso-consultor-associado" target="_blank">Consultores Associados do S|Consulting</a>.</li>
</ul>
<p>Todo este trabalho para contribuir com um mercado cada vez mais competitivo, inovador e saudável para todos os profissionais, gestores e consultores de <strong><a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/" target="_blank">Marketing Digital</a>.</strong></p>
<p><strong></strong>Se você tem alguma idéia ou sugestão para um projeto de formação, crowdsourcing ou associativismo em Marketing Digital, <a href="http://www.claudiotorres.com.br/entre-em-contato-comigo/" target="_blank">Entre em Contato Comigo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>S-Company, a empresa preparada para competir no Século 21</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2011/11/09/s-company-a-empresa-preparada-para-competir-no-seculo-21/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 18:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing nas Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>
		<category><![CDATA[Selected]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos no Século 21, uma era digital e colaborativa. Não há mais como separar os consumidores, colaboradores, influenciadores (stakeholders) e os gestores. As grandes mudanças que vem ocorrendo na relação entre as empresas, o mercado, seus consumidores e seus concorrentes, não podem mais ser mapeadas pelos velhos critérios que separavam Recursos Humanos, Gestão do Conhecimento, Marketing e Relações Públicas. Até o valor de mercado de uma empresa, tradicionalmente um assunto restrito ao sistema financeiro e ao RI, não pode ficar isolado nesta discussão. Em resumo, não podemos mais olhar para os negócios com o olhar dos administradores do século passado. Boa parte das teorias de administração, marketing, recursos humanos e gestão do conhecimento, terão que ser reescritas a luz da Era da Colaboração Digital. A Era da Colaboração Digital As Mídias Sociais, o motor da Era da Colaboração Digital, redefinem como as empresas adquirem, retém e usam o conhecimento, cada vez mais público e distribuído. No século passado podíamos separar o conhecimento entre o público e o privado, e adquirir conhecimento através da experiência, pesquisa ou compra. A experiência levava as empresas a buscar profissionais altamente qualificados e com histórico profissional conhecido. A pesquisa obrigava as organizações a investir milhões no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2196" style="margin: 10px;" title="A S-Company, uma empresa inovadora, eficiente e competitiva." src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/11/metodologia_sconcept.jpg" alt="" width="361" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify;">Estamos no Século 21, uma era digital e colaborativa. Não há mais como separar os consumidores, colaboradores, influenciadores (stakeholders) e os gestores.</p>
<p style="text-align: justify;">As grandes mudanças que vem ocorrendo na relação entre as empresas, o mercado, seus consumidores e seus concorrentes, não podem mais ser mapeadas pelos velhos critérios que separavam Recursos Humanos, Gestão do Conhecimento, Marketing e Relações Públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o valor de mercado de uma empresa, tradicionalmente um assunto restrito ao sistema financeiro e ao RI, não pode ficar isolado nesta discussão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, não podemos mais olhar para os negócios com o olhar dos administradores do século passado. Boa parte das teorias de administração, marketing, recursos humanos e gestão do conhecimento, terão que ser reescritas a luz da <strong>Era da Colaboração Digital</strong>.</p>
<h3>A Era da Colaboração Digital</h3>
<p style="text-align: justify;">As Mídias Sociais, o motor da <strong>Era da Colaboração Digital</strong>, redefinem como as empresas adquirem, retém e usam o conhecimento, cada vez mais público e distribuído.</p>
<p style="text-align: justify;">No século passado podíamos separar o conhecimento entre o público e o privado, e adquirir conhecimento através da experiência, pesquisa ou compra.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência levava as empresas a buscar profissionais altamente qualificados e com histórico profissional conhecido. A pesquisa obrigava as organizações a investir milhões no desenvolvimento de soluções próprias, e outra quantia significativa para proteger a propriedade industrial. E a compra era usada como ferramenta estratégica de competitividade, na aquisição de tecnologia de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>Era da Colaboração Digital</strong>, o conhecimento é cada vez mais amplo, público e barato. Parte dele atinge um custo tão baixo que passa a ser distribuído gratuitamente. Além disso, o conhecimento passou a ser compartilhado. Por motivos diferentes e difusos, pessoas compartilham conhecimento e projetos, produzindo produtos e serviços abertos para o uso de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim o antigo modelo de gestão do conhecimento, e consequentemente o modelo de gestão empresarial, precisa ser repensado. A experiência, embora importante, muitas vezes é superada pela colaboração, onde os menos experientes obtém conhecimento rapidamente de diversas fontes na tomada de decisão. A pesquisa, fundamental em alguns setores, é superada pela experimentação, onde produtos e serviços são lançados e testados colaborativamente, e a experiência do consumidor a substitui de forma eficiente. E a compra é superada pela fartura de conhecimento aberto e colaborativo disponível nas diversas mídias sociais.</p>
<p>Por isso, as empresas precisam repensar suas estratégias de gestão, e nós como indivíduos, o nosso papel no mercado. Temos que pensar na empresa como um ambiente aberto de inovação e colaboração, e os indivíduos como agentes deste processo, alternando seus papéis entre: Colaboradores, Influenciadores, Consumidores e Gestores do Conhecimento.</p>
<h3>As Quatro Dimensões</h3>
<p style="text-align: justify;">As empresas do século passado eram bidimensionais. A Gestão trabalhava na dimensão do interno e do externo.</p>
<p style="text-align: justify;">O interno era composto pela operação da empresa, sua gestão, seus colaboradores e sua tecnologia. O interno era fechado, hermético. A eficiência do interno dependia de esforço de gestão, capacitação dos profissionais,  e investimento em infraestrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">O externo era composto pelo mercado, os concorrentes, os consumidores e os influenciadores (stakeholders). O externo era aberto, intangível, e imprevisível. A eficiência do externo dependia das condições de mercado, das inovações tecnológicas de terceiros, da conquista do consumidor, e da eliminação dos concorrentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Marketing fazia a gestão do externo, da dimensão que olhava para fora da empresa, e a Administração a gestão do interno, da dimensão que olhava para dentro da empresa. Neste modelo, a comunicação entre o interno e o externo era restrita e controlada. A área de TI tinha um papel fundamental em garantir a segurança das informações e o controle da comunicação. O Marketing criava uma verdadeira barreira entre as duas dimensões, garantindo que a imagem externa fosse controlada, independente da realidade interna do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a colaboração irrestrita nas mídias sociais tornou difícil e caro controlar a comunicação entre o interno e o externo das empresas. A imagem da empresa, e da marca, já não pode mais ser controlada pelo marketing. Tentar criar uma barreira entre a imagem externa da marca e a realidade do negócio se tornou impossível. Empresas de todos os setores assistem atônitas ao vazamento de informações, reclamações de consumidores, opinião de colaboradores, e a toda espécie de interação espontânea, ou não, entre o interno e o externo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há como voltar atrás. Na <strong>Era da Colaboração Digital</strong>, o mercado se tornou multidimensional. A comunicação colaborativa nas mídias sociais, deu a cada indivíduo, seja ele de dentro ou de fora da empresa, o poder de assumir instantâneamente um dos quatro papeis da comunicação empresarial: Colaborador, Influenciador, Consumidor e Gestor do Conhecimento.<strong> É como se a empresa estivesse operando com suas portas e janelas abertas, com todo o mercado circulando pelos seus corredores.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As empresas deste século estão inseridas em quatro dimensões deste novo mercado:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>S-Marketing: Dimensão dos indivíduos enquanto consumidores, e onde está inserido o Marketing Digital e suas Sete Estratégias.</li>
<li>S-Engagement: Dimensão dos indivíduos enquanto influenciadores do mercado, e onde está surgindo o novo modelo de Comunicação Empresarial e Relações Públicas.</li>
<li>S-Empowerment: Dimensão dos indivíduos enquanto colaboradores da organização, onde novos modelos de gestão de recursos humanos, recrutamento e treinamento estão surgindo.</li>
<li>S-Management: Dimensão dos indivíduos enquanto gestores do negócio e do conhecimento, onde as Mídias Sociais Corporativas, ou Internas, estão transformando a gestão do negócio e do conhecimento.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O modelo de comunicação colaborativa da <strong>Era da Colaboração Digital</strong>, dá tanto poder ao indivíduo que impõe às empresas o desafio de sobreviver, competir e crescer neste novo mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que se adaptar, a <strong>empresa tem que se transformar em uma nova empresa</strong>, com um novo modelo de gestão e comunicação, colaborando com os indivíduos, e inserindo no processo as mídias sociais e as quatro dimensões do novo mercado.</p>
<h3>A S-Company</h3>
<p style="text-align: justify;">A esta nova empresa, transformada por um processo de planejamento estratégico, abrangendo as quatro dimensões do mercado, é que dou o nome de <strong>S-Company</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A S-Company é uma empresa inovadora, colaborativa, eficiente e competitiva, preparada para o mercado do século 21.</p>
<p style="text-align: justify;">A S-Company é uma organização que atua de forma natural, orgânica e eficiente, nas quatro dimensões do novo mercado colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma visão inovadora, a S-Company vê os indivíduos como agentes ativos no seu modelo de negócios, preparando os colaboradores, colaborando com os influenciadores, ajudando seus consumidores, e gerindo o conhecimento de forma colaborativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A S-Company está inserida nas Mídias Sociais nas quatro dimensões, e tem processos definidos para garantir o contato e a comunicação permanente com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, a S-Company é a empresa que está se transformando, inovando, e aproveitando o melhor das <strong>Mídias Sociais</strong> e da <strong>Era da Colaboração Digital</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.sconcept.com.br/sinsights">BAIXE ESTE ARTIGO EM PDF</a></h2>
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		<title>A República das Bananas Digital (Digital Bananas Republic)</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 20:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando terminei de ler a reportagem da Isto É Dinheiro &#8220;O País das Start-ups&#8221;, logo me ocorreu que a matéria poderia se chamar &#8220;A República das Bananas Digital, em uma óbvia e simplista alusão ao termo &#8220;República das Bananas&#8221; cunhado pelo comediante americano O. Henry para se referir de forma pejorativa aos &#8220;países&#8221; da América Latina. Digo que o artigo poderia ter este nome, pois dependendo como se lê e interpreta a reportagem, se tem a clara sensação de que estamos vivendo um daqueles momentos colonialistas onde o colonizador vem extrair as riquezas no momento de fartura, aproveitando nossa deficiência e incapacidade de fazê-lo, para depois abandonar a terra arrasada quando vem a escassez. Nosso país já teve inúmeros destes momentos, e o mais recente foi a corrida à pesquisa e patentes dos componentes atívos da nossa bio-diversidade. Aliás, talvez você não saiba, mas da Amazônia só temos as árvores e a terra mesmo, pois o patrimônio de ativos medicinais e genéticos da biodiversidade já foi quase que completamente mapeado e patenteado por americanos, japoneses e europeus. O início deste meu artigo parece meio ufanista e um pouco nacionalista. Você deve estar pensando que vou defender alguma posição de protecionismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Banana-Republic.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2176" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Investimento em empreendimentos, sites e projetos na Internet" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Banana-Republic-300x180.png" alt="" width="240" height="144" /></a>Quando terminei de ler a reportagem da <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/68083_O+PAIS+DAS+STARTUPS" target="_blank">Isto É Dinheiro &#8220;O País das Start-ups&#8221;</a>, logo me ocorreu que a matéria poderia se chamar &#8220;A República das Bananas Digital, em uma óbvia e simplista alusão ao termo &#8220;República das Bananas&#8221; cunhado pelo comediante americano O. Henry para se referir de forma pejorativa aos &#8220;países&#8221; da América Latina.</p>
<p>Digo que o artigo poderia ter este nome, pois dependendo como se lê e interpreta a reportagem, se tem a clara sensação de que estamos vivendo um daqueles momentos colonialistas onde o colonizador vem extrair as riquezas no momento de fartura, aproveitando nossa deficiência e incapacidade de fazê-lo, para depois abandonar a terra arrasada quando vem a escassez.</p>
<p>Nosso país já teve inúmeros destes momentos, e o mais recente foi a corrida à pesquisa e patentes dos componentes atívos da nossa bio-diversidade. Aliás, talvez você não saiba, mas da Amazônia só temos as árvores e a terra mesmo, pois o patrimônio de ativos medicinais e genéticos da biodiversidade já foi quase que completamente mapeado e patenteado por americanos, japoneses e europeus.</p>
<p>O início deste meu artigo parece meio ufanista e um pouco nacionalista. Você deve estar pensando que vou defender alguma posição de protecionismo ou algo assim. Então, vou me explicar melhor e você irá entender onde quero chegar.</p>
<p>A reportagem da <a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/68083_O+PAIS+DAS+STARTUPS" target="_blank">Isto É Dinheiro &#8220;O País das Start-ups&#8221;</a>, começa com uma frase reveladora &#8220;O momento para montar uma empresa de internet está<strong> tão favorável </strong>que o Brasil recebe atualmente uma <strong>onda de jovens empreendedores estrangeiros</strong>, que trocam a <strong>crise dos EUA e da Europa </strong>pelo dinamismo do mercado nacional de tecnologia.<strong>&#8221; </strong>e na continuidade da matéria mostra as peripécias de jovens americanos, alemães, franceses e holandeses que vieram ao país para abrir empresas de Internet, ligadas ao e-commerce, a compra coletiva e a redes sociais.</p>
<p>Entre um monte de nomes de fundos estrangeiros a reportagem coloca duas frases reveladoras:</p>
<ul>
<li>&#8220;Os estrangeiros são responsáveis por boa parte dos empreendimentos (digitais) lançados no mercado nacional&#8221;</li>
<li>“Não falta interesse nos fundos estrangeiros (pelo Brasil)&#8230; o que falta são pessoas que os fundos conheçam e confiem no Brasil.”</li>
</ul>
<p>Quanto a segunda frase, eu que já vi este filme várias vezes e posso afirmar: &#8220;Bancos estrangeiros confiam somente, e querem só confiar nos empresários e empresas de sua origem nacional&#8221;. Por isso muito sites, como o Peixe Urbano, são investidos e comandados por estrangeiros, embora tenha sócios brasileiros. Raros são os casos em que os brasileiros sejam de fato protagonistas, e quase nunca são 100% dos sócios. Isto ocorreu na última corrida automotiva no Brasil, onde boa parte das fabricas de automóveis que vieram para o País, trouxeram fornecedores de suas empresas de origem. Eu cheguei a ouvir no passado de um executivo francês que só contrataria uma empresa nacional se soubesse que ela podia fazer algo que uma francesa não faria. Isso ninguém fala. Todo mundo faz o discurso da globalização, mas quando o assunto é investimentos, só as empresas tupiniquins é que não levam as brasileiras para o exterior e contratam as empresas locais.</p>
<p>Mas é na primeira frase que reside minha preocupação. <strong>Não faltam empreendedores de internet no Brasil.</strong> Eu mesmo recebo semanalmente emails de empreendedores falando de seus projetos de Internet. <strong>Não falta tecnologia e conhecimento</strong>. Temos excelentes programadores e técnicos. <strong>Embora deficitária e cara, não chega a faltar infra-estrutura.</strong> As telecomunicações, em particular a banda larga e a infra-estrutura de acesso a Internet é uma das piores entre os paises emergentes, culpa da inépcia e da corrupção que permite que as empresas de Telecom façam o mínimo necessário. Mas isso não chega a ser um gargalo.</p>
<p>Então porquê os estrangeiros são responsáveis por boa parte dos empreendimentos digitais recentes? A resposta é simples: <strong>Estrutura de investimento de capitais.</strong> Os investidores nacionais não querem colocar dinheiro em Internet e Tecnologia. Eles preferem investir em títulos do governo, no próprio sistema financeiro, e em projetos de infra-estrutura, como a Copa do Mundo, as Hidroelétricas, as Mineradoras e o Biodiesel. Mas isso acontece nos Estados Unidos também com os grandes investidores.</p>
<p>Porém, o que ocorre nos Estados Unidos, e em particular no Vale do Silício, é que lá há uma estrutura de investimento de capitais para Start-ups de Tecnologia e Internet com fases bem definidas. Há os Angels, o Venture Capital, com suas várias fases (Rounds A, B, C) e os IPOs (Abertura de capital na bolsa Nasdaq). Para cada fase de crescimento de uma Start-up de Internet nos Estados Unidos, há um mercado de investidores interessados em colocar dinheiro, para lucrar depois quando o outro grupo entra na fase seguinte. Assim, uma Start-up consegue dinheiro para começar rápido e mostrar logo os resultados. Não se engane, Hotmail, Google, Youtube, Twitter, Linkedin, Facebook, e outros, todos começaram com uma idéia e um cheque de um Angel que comprou a idéia e parte da futura empresa.</p>
<p>Nossos empreendedores digitais em geral começam investindo seu tempo e dinheiro no desenvolvimento, até a exaustão ou falência, e muitos não tempo a sorte de lucrar e gerar caixa suficiente para atingir o tamanho necessário para atraiar os investidores. Empresas como o Cadê, BuscaPé e MercadoLivre, teriam crescido mais rápido e talvez comprassem empresas estrangeiras, ao invés de serem vendidas. Saiba que um dos primeiros sites de vídeo do mundo foi o VideoLog (brasileiro) e não o Youtube (que só veio 8 meses depois).</p>
<p>Então o que falta no Brasil são movimentos consistentes, em número, e volume suficientes para alavancar nossos empreendedores digitais e nossas start-ups nacionais. Se isso não acontecer vamos perder esta década da Internet, como perdermos a anterior (2002-2008) quando surgiram boa parte das grandes empresas de Internet que conhecemos, como o Google, YouTube, Twitter e Facebook.</p>
<p>Mas qual o problema se os estrangeiros vão fazer os investimentos e a gestão dos empreendimentos digitais no Brasil? Isso não gera empregos? Sim. Até gera, mas não gera riqueza de fato, e muitos menos novos investidores. Os Angels, e muito do Venture Capital, dos Estados Unidos, foi formado nos dois ciclos de crescimento da Internet, antes e depois de 2000. Os ricos investidores de hoje, foram os empreendedores digitais de ontem, e os empreendedores digitais de hoje são a chave para a existência de investidores de risco amanhã.</p>
<p>Hoje Estados Unidos e Europa estão em crise, e os investidores e empreendedores digitais estrangeiros estão felizes de estar entre nós. Amanhã quando a maré mudar e o mercado ameircano prosperar, o dinheiro de verdade, ganho com os investimentos aqui, vai todo para as start-ups do Vale do Silício. Você acha que estou exagerando? Não estou. Este é o nosso ciclo econômico desde os Portugueses, passando pelos Ingleses do Século 19 e dos americanos do Século 20.</p>
<p>O que precisamos fazer é criar projetos de investimento em Start-ups com dinheiro brasileiro, para tomarmos a frente do jgo. Já fizemos isso nos setores de Cerveja, Siderurgia, e em muitos outros, e com toda a certeza temos empresários e visionários suficientes para criar um movimento forte e duradouro para alavancar nossos empreendedores digitais.</p>
<p>Pense nisso, e me dê sua opinião.</p>
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		<title>As Mídias Convencionais e o Apocalipse Digital</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 12:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>
		<category><![CDATA[Selected]]></category>

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		<description><![CDATA[Vale a pena anunciar ou trabalhar com outras mídias? A Internet vai tomar conta de tudo? Os dias da Televisão estão contados? Os Jornalistas serão substituídos pelos Blogueiros? Os livros vão sumir? O mundo da mídia vai acabar em um Apocalipse de Bits e Bytes? Os profetas do Apocalipse digital gritam frases de efeitos em seus Blogs e Vlogs. Como o mendigo maluco, que sempre aparece nos filmes com um cartaz escrito a mão sobre o fim do mundo, os profetas digitais pregam que tudo está chegando ao fim, e que só restará a Internet. Outros vão mais além, e dizem que o Facebook será o único refúgio, e que a empresa de Mark Zuckerberg dominará nossas mentes, contas, e toda a mídia. Mas calma, sempre foi assim. Quando surgiu a Televisão, as recém criadas emissoras decretaram que o Cinema estava com seus dias contados. Segundo eles ninguém mais sairia de casa para ver um filme que pudesse ser visto no conforto de sua casa na Televisão. Quando surgiu a Televisão, os produtores de Cinema disseram que não se preocupavam com ela, pois ninguém conseguiria passar mais de meia hora olhando para uma tela de vídeo na sua sala de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cartaz_mendigo3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2168" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="O Marketing Digital, as Mídias Convencionais e o Apocalipse Digital." src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cartaz_mendigo3-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Vale a pena anunciar ou trabalhar com outras mídias? A Internet vai tomar conta de tudo? Os dias da Televisão estão contados? Os Jornalistas serão substituídos pelos Blogueiros? Os livros vão sumir? O mundo da mídia vai acabar em um Apocalipse de Bits e Bytes?</p>
<p>Os profetas do Apocalipse digital gritam frases de efeitos em seus Blogs e Vlogs. Como o mendigo maluco, que sempre aparece nos filmes com um cartaz escrito a mão sobre o fim do mundo, os profetas digitais pregam que tudo está chegando ao fim, e que só restará a Internet. Outros vão mais além, e dizem que o Facebook será o único refúgio, e que a empresa de Mark Zuckerberg dominará nossas mentes, contas, e toda a mídia.</p>
<p>Mas calma, sempre foi assim. Quando surgiu a Televisão, as recém criadas emissoras decretaram que o Cinema estava com seus dias contados. Segundo eles ninguém mais sairia de casa para ver um filme que pudesse ser visto no conforto de sua casa na Televisão.</p>
<p>Quando surgiu a Televisão, os produtores de Cinema disseram que não se preocupavam com ela, pois ninguém conseguiria passar mais de meia hora olhando para uma tela de vídeo na sua sala de estar.</p>
<p>O fato é que os dois estavam errados.</p>
<p>Hoje sabemos que tanto a Televisão quanto o Cinema prosperaram. Na verdade cresceram muito, em forma, conteúdo e audiência. São industrias globais, e mídias muito eficientes.</p>
<p>A história tem demonstrado, da Imprensa de Gutenberg e a Internet de Tim Berners-Lee, que sempre que uma nova mídia surge, as outras se adaptam, e ao invéz de desaparecerem, crescem. Aconteceu com a Imprensa, o Rádio, o Cinema, a Televisão.</p>
<p>Não acredito nos profetas do Apocalipse que dizem que a Internet vai dominar tudo no futuro próximo. Acho que cada mídia está se adaptando a nova realidade e que teremos um futuro com Cinema, TV, Rádio, Jornal, Livros, Revistas, Música, Games, Internet, etc&#8230;.</p>
<p>Mesmo na Internet não haverá um único vencedor. Todos diziam que a Microsoft dominaria o mundo dos computadores, até surgir o Google. As mesmas pessoas pregaram que o Google dominaria tudo, até surgir o Facebook. Seguramente o Facebook não dominará a Internet. No final teremos muitos sites, muitas redes sociais, e muitas formas de nos divertirmos, informarmos e relacionarmos com o mundo. Não acredito naqueles que sempre olham para o futuro com um único player dominante. A IBM pensava assim, décadas atrás, hoje é só mais uma empresa na constelação dos negócios.</p>
<p>Assim como não é possível pensar em trabalhar com uma única mídia online, ou com uma única estratégia de marketing digital, não podemos pensar sem a mídia convencional. Obviamente que as mídias estão buscando seu caminho. Mas elas são muito importantes no composto de comunicação das empresas.</p>
<p>Portanto a questão não é se vale a pena anunciar em Jornal, Revista, Rádio, Cinema ou Televisão. A questão é qual público específico cada mídia está atingindo, se a empresa tem interesse neste público alvo.</p>
<p>No meio de toda esta conversa sobre Apocalipse Digital, temos que retornar às raizes do marketing e da publicidade, esquecer as mídias e pensar cada vez mais no que realmente importa: As pessoas. Ou na linguagem dos negócios: O Público-alvo.</p>
<p>Pense no seu público-alvo, no seu consumidor ideal. Defina ele claramente, e depois busque as mídias que neste momento estão atingindo com o melhor custo benefício este público. Ignore os estereótipos, como &#8220;os Jovens usam a Internet&#8221; e &#8220;os mais velhos vêem mais televisão&#8221;. Isso é bobagem. Defina seu público e pesquise de verdade. Busque dados concretos sobre quais as mídias que estão atingindo, com melhor custo-benefício, o seu público-alvo.</p>
<p>Ignore os profetas do apocalipse e não pense na mídia. Pense nas pessoas que usam a mídia.</p>
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		<title>Códigos de Conduta nas Mídias Sociais &#8211; Case Intel</title>
		<link>http://www.claudiotorres.com.br/2011/09/02/codigos-de-conduta-nas-midias-sociais-case-intel/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 14:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Selected]]></category>

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		<description><![CDATA[No marketing digital e na comunicação corporativa, uma discussão muito relevante no momento são os código de conduta nas mídias sociais para colaboradores. Qualquer código depende da cultura organizacional da empresa e da visão da alta gestão. Além de um código, é necessário trabalhar a cultura organizacional e criar workshops para capacitar os colaboradores, para que estes entendam o universo e as consequencias que sua conversa nas redes sociais podem ter nas sua vida e na da empresa. Para exemplificar, já que muitos querem uma referência, selecionei um case: As Diretrizes da Intel para Mídia Social, na sua versão em português. Use com sabedoria. Diretrizes da Intel para Mídia Social Estas são as diretrizes oficiais para mídia social na Intel. Se você for um funcionário ou contratado da Intel e estiver criando ou contribuindo para blogs, wikis, redes de relacionamentos sociais, mundos virtuais ou qualquer outro tipo de mídia social, dentro e fora da intel.com — essas diretrizes são para você. Esperamos que todos os que participam de mídias sociais representando a Intel sejam treinados para entender e seguir essas diretrizes. Caso contrário, isso poderá colocar em risco a sua participação em programas futuros. Estas diretrizes estão em constante evolução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cultura_digital-cibercultura-midias_sociais1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2164" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px;" title="Códigos de Conduta nas Midias Sociais em Empresas" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/09/cultura_digital-cibercultura-midias_sociais1.jpg" alt="" width="413" height="291" /></a>No marketing digital e na comunicação corporativa, uma discussão muito relevante no momento são os código de conduta nas mídias sociais para colaboradores.</p>
<p>Qualquer código depende da cultura organizacional da empresa e da visão da alta gestão.</p>
<p>Além de um código, é necessário trabalhar a cultura organizacional e criar workshops para capacitar os colaboradores, para que estes entendam o universo e as consequencias que sua conversa nas redes sociais podem ter nas sua vida e na da empresa.</p>
<p>Para exemplificar, já que muitos querem uma referência, selecionei um case: As Diretrizes da Intel para Mídia Social, na sua versão em português. Use com sabedoria.</p>
<h1><strong>Diretrizes da Intel para Mídia Social</strong></h1>
<p>Estas são as diretrizes oficiais para mídia social na Intel. Se você for um funcionário ou contratado da Intel e estiver criando ou contribuindo para blogs, wikis, redes de relacionamentos sociais, mundos virtuais ou qualquer outro tipo de mídia social, dentro e fora da intel.com — essas diretrizes são para você. Esperamos que todos os que participam de mídias sociais representando a Intel sejam treinados para entender e seguir essas diretrizes. Caso contrário, isso poderá colocar em risco a sua participação em programas futuros. Estas diretrizes estão em constante evolução à medida que surgirem novas tecnologias e ferramentas de redes sociais — portanto, verifique periodicamente para ter certeza de que você está atualizado.</p>
<h2><strong>Quando você participar</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p>As plataformas emergentes para a colaboração online estão mudando radicalmente nosso estilo de trabalhar, propiciando novos métodos de cooperação com os clientes, colegas e com o mundo em geral. Trata-se de um novo modelo de interação e acreditamos que a computação social possa ajudá-lo a criar relações comerciais mais sólidas e mais bem-sucedidas. É uma maneira de você participar nas discussões globais relacionadas ao trabalho que estamos desenvolvendo na Intel e a assuntos importantes para nós.</p>
<p>Se você participar de mídia social, siga esses princípios de orientação:</p>
<ul>
<li>Mantenha-se na sua área de especialização e forneça uma perspectiva individual exclusiva sobre o que está acontecendo na Intel e no mundo.</li>
<li>Divulgue comentários respeitosos e significativos &#8211; em outras palavras, nenhum spam e nenhum comentário ofensivo ou não relacionado ao tema.</li>
<li>Sempre pare e pense antes de postar. Considerando isso, responda aos comentários de forma oportuna, quando for apropriado.</li>
<li>Respeite informações e conteúdos proprietários e confidencialidade.</li>
<li>Quando não concordar com a opinião de outras pessoas, seja educado e conveniente.</li>
<li>Conheça e siga o Código de Conduta da Intel e a Política de Privacidade da Intel.</li>
</ul>
<h2><strong>Regras de participação</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Seja transparente</strong>. Sua honestidade — ou desonestidade — será rapidamente percebida no ambiente de mídia social. Ao discutir na Intel sobre o seu trabalho, use seu nome verdadeiro, identifique que você trabalha para a Intel, e seja claro sobre sua função. Se você tiver interesse direto em algo em discussão, seja o primeiro a deixar isso claro. A transparência é sobre a sua identidade e o seu relacionamento com a Intel. Você ainda precisa manter a confidencialidade em relação a conteúdo e informações proprietárias.</p>
<p><strong>Seja criterioso</strong>. Certifique-se de que seus esforços sejam transparentes e não violem as diretrizes de privacidade, confidencialidade e legais da Intel, para as palestras comerciais externas. Peça permissão para publicar ou relatar conversas consideradas privadas ou internas para a Intel. Todas as declarações devem ser verdadeiras e não devem induzir ao erro, e todas as alegações devem ser fundamentadas e aprovadas. As comparações de produto devem ser aprovadas para postagem externa pela equipe apropriada de comparação de produtos. Nunca comente sobre nada relacionado a questões legais, litígio ou sobre outras partes com as quais esteja em um litígio sem a aprovação apropriada. Se quiser escrever sobre a concorrência, tenha certeza de que sabe do que está falando e obtenha a permissão apropriada. Além disso, fique atento à sua proteção pessoal, privacidade e às Informações Confidenciais da Intel. O que você publicar circulará por muito tempo, portanto pondere o conteúdo cuidadosamente e seja criterioso.</p>
<p><strong>Escreva sobre o que você realmente conhece</strong>. Escreva e divulgue temas de suas áreas de conhecimento, principalmente no que diz respeito à Intel e à nossa tecnologia. Se estiver escrevendo sobre um tópico no qual a Intel esteja envolvida, mas não for um especialista no assunto, é importante deixar isso claro para os leitores. E escreva sempre na primeira pessoa. Se você publicar em um site na web fora da Intel, use termos de isenção de responsabilidade, como os seguintes: &#8220;As postagens publicadas neste site são de minha inteira responsabilidade e não representam necessariamente posições, estratégias ou opiniões da Intel.&#8221; Além disso, por favor, respeite a marca, marca registrada, copyright, uso justo, segredos comerciais (incluindo nossos processos e metodologias), confidencialidade e leis de divulgação financeira. Se você tiver perguntas sobre isso, consulte o seu representante jurídico na Intel. Lembre-se de que você é diretamente responsável pelo seu conteúdo.</p>
<p><strong>Percepção é realidade</strong>. Nas redes de relacionamentos sociais online, a diferença entre o que é público e privado, pessoal e profissional é muito tênue. O simples fato de você se identificar como funcionário da Intel gera percepções sobre seus conhecimentos e sobre a Intel por parte de nossos acionistas, clientes e pelo público em geral — e percepções sobre você por parte de seus colegas e gerentes. Deixe-nos orgulhosos. Certifique-se de que todo o conteúdo associado a você seja consistente com seu trabalho e com os valores e padrões profissionais da Intel.</p>
<p><strong>É uma conversa</strong>. Converse com seus leitores como conversaria com pessoas reais em situações profissionais. Em outras palavras, evite uma linguagem excessivamente pedante ou &#8220;rebuscada&#8221;. Não tenha medo de mostrar sua personalidade e dizer o que pensa. Apresente um conteúdo aberto e estimule respostas. Incentive os comentários. Você também pode ampliar a conversa, citando outros que estejam discutindo sobre o mesmo tópico e permitindo que seu conteúdo seja compartilhado ou divulgado.</p>
<p><strong>Você está agregando valor</strong>? Há milhões de textos por aí. A melhor maneira de conseguir que o seu conteúdo seja lido é escrever sobre temas importantes para as pessoas. A comunicação social da Intel deve ajudar nossos clientes, parceiros e colegas. Deve gerar polêmica e criar um senso de comunidade. Se esse conteúdo ajudar as pessoas a melhorar seu conhecimento ou aptidões; ampliar seus negócios; realizar seus trabalhos; solucionar problemas ou conhecer melhor a Intel — ele estará agregando valor.</p>
<p><strong>Sua responsabilidade</strong>: Em última análise, o que você escreve é de sua total responsabilidade. A participação na computação social em nome da Intel não é um direito, mas sim uma oportunidade, portanto trate-a com seriedade e com respeito. Se você quiser participar em nome da Intel, faça o treinamento Digital IQ e entre em contato com o Centro de Excelência em Mídia Social. Conheça e siga o Código de Conduta da Intel. Se essas diretrizes e o Código de Conduta da Intel não forem adotados, a sua participação estará em perigo. Entre em contato comsocial.media@intel.com para mais informações. Siga os termos e condições para sites de terceiros.</p>
<p><strong>Desperte o interesse</strong>. Como uma entidade jurídica e corporativa, a Intel está fazendo contribuições importantes para o mundo, para o futuro da tecnologia e para o diálogo público sobre uma grande variedade de questões. As nossas atividades empresariais estão cada vez mais focadas na inovação de alto valor. Vamos compartilhar com o mundo as coisas interessantes que aprendemos e fazemos — e vamos abrir os canais para aprender com os outros.</p>
<p><strong>Seja um líder</strong>. Há uma linha muito tênue entre um debate saudável e uma reação intempestiva. Você não deve denegrir nossos concorrentes, nem a Intel. Nem precisa responder a todas as críticas ou provocações. Tente coordenar o que você escreve para atrair diversos pontos de vista, sem inflamar os outros. Alguns temas — como política ou religião — afloram mais facilmente a sensibilidade. Portanto, tenha cuidado e seja atencioso. Depois que as palavras forem lançadas, não há como modificá-las. E quando uma discussão inflamada começa, é difícil parar.</p>
<p><strong>Você já fez uma besteira</strong>? Se você cometer um erro, admita-o. Encare de frente e seja rápido na correção. Ao anunciar em um blog, você pode modificar um anúncio anterior — e deixar bem claro que você fez isso.</p>
<p><strong>Se ocorrer uma pausa, pare</strong>. Se você estiver prestes a publicar algo que o deixe minimamente inseguro, pondere antes de pressionar &#8216;enviar&#8217;. Passe algum tempo examinando essas diretrizes e procure detectar o que o está incomodando, depois corrija. Se você ainda não tiver certeza, convém discutir o assunto com seu gerente ou representante jurídico. Por fim, o que você publica é seu e é de sua total responsabilidade. Portanto, tenha certeza do que diz.</p>
<h2><strong>Fornecedores e Endossos</strong></h2>
<p>A Intel apoia a transparência. Estamos comprometidos em garantir que o nosso uso das mídias sociais (incluindo blogs, Twitter, fóruns e outras mídias sociais) revele claramente as relações e os endossos, e essas declarações sobre os produtos Intel verdadeiras e substanciadas.</p>
<p>Lembre-se de que os especialistas em mídia social contratados, financiados ou compensados de alguma forma pela Intel devem seguir as Diretrizes para adeptos das mídias sociais patrocinadas, financiadas ou promovidas pela Intel. Como parte dessas diretrizes, você deve sempre revelar se tiver sido financiado ou compensado de alguma outra forma pela Intel. Seu blog será monitorado quanto ao cumprimento das nossas diretrizes e à precisão nas descrições e declarações sobre nossos produtos.</p>
<h2><strong>Diretrizes de Moderação</strong></h2>
<p>A moderação é o ato de rever e aprovar o conteúdo antes que ele seja publicado no site. (Isso se aplica o todo conteúdo de mídia social escrito em nome da Intel, quer esteja ou não vinculado ao site Intel.com.) A Intel não endossa ou assume responsabilidade sobre o conteúdo postado por terceiros, chamado de conteúdo gerado pelo usuário·(UGC). Isso inclui entradas de texto e arquivos carregados (vídeo, imagens, áudio, executáveis, documentos).</p>
<p>Embora a participação do usuário seja altamente incentivada, há algumas diretrizes que devem ser seguidas para garantir a segurança de todos. Além disso, a Intel implantou controles automatizados para combater spam e conteúdo malicioso. Observe que o conteúdo originado dentro da Intel não é moderado. Isso significa que permitimos que os autores de nosso blog postem diretamente, sem aprovação, desde que tenham passado pelo treinamento exigido.</p>
<p><strong>Pré-moderação.</strong> Mesmo quando um site exige que o usuário registre-se antes da postagem, a simples entrada de nome de usuário e email não realmente validam a pessoa. Portanto, para garantir menos risco/mais segurança, exigimos moderação em todas as postagens UGC antes que elas sejam publicadas (pré-moderação).</p>
<p><strong>Moderação da comunidade.</strong> Para comunidades estabelecidas e de bom funcionamento, a moderação de grupo realizada por usuários regulares pode funcionar muito bem. Algumas vezes, podemos autorizar que isso substitua a pré-moderação, mas para isso, é preciso enviar solicitação e receber aprovação.</p>
<p><strong>Caixa de diálogo Balanceado online.</strong> Quer o conteúdo seja pré-moderado ou moderado pela própria comunidade, siga esses três princípios: O Bom, o Mau, mas não o Agressivo. Se o conteúdo for positivo ou negativo e dentro do contexto do assunto, nós o aprovaremos, independentemente de ele ser favorável ou desfavorável à Intel. Entretanto, se o conteúdo for repugnante, ofensivo, depreciativo e totalmente fora de contexto, nós o rejeitaremos.</p>
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		<title>Porque os sites de compras coletivas não são sustentáveis?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 16:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[NewsLetter]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade online]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente fui entrevistado pela HSM para uma matéria sobre nova bolha da Internet - Internet: uma nova bolha prestes a estourar?. Dentre os temas discutidos estavam os sites de compras coletivas. Na matéria eu declarei : &#8220;alguns modelos de empresas de internet que estão em plena fase de expansão, como os sites de compras coletivas, podem representar riscos para o mercado. “Na medida em que aumenta o número deste tipo de sites, o negócio tende a dispersar demais o público. Logo não valerá a pena para nenhuma empresa investir nesse tipo de promoção”. Esta declaração foi feita antes do Groupon, o maior site do setor, que praticamente criou a categoria de compras coletivas, ter se metido em uma enorme enrrascada com seu IPO (abertura inicial de capital na bolsa). O problema do Groupon é que ele não só não dá lucro, mas também estava maquiando seu balanço, retirando as despesas de marketing e aquisição de novos clientes, e teve que voltar atrás rescentemente. Com isso ficou claro para o mercado financeiro o tamanho do problema do Groupon, seja financeiro, seja operacional: O Modelo não é sustentável. A matéria do Mashable &#8220;Are we approaching the end of the Daily Deals Era?&#8221; me estimulou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/08/groupon-fail.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2160" style="margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Groupon e Compras Coletivas são um bom negócio?" src="http://www.claudiotorres.com.br/wp-content/uploads/2011/08/groupon-fail.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Recentemente fui entrevistado pela HSM para uma matéria sobre nova bolha da Internet - <a href="http://www.hsm.com.br/editorias/gestao/internet-uma-nova-bolha-prestes-estourar" target="_blank">Internet: uma nova bolha prestes a estourar?</a>. Dentre os temas discutidos estavam os sites de compras coletivas. Na matéria eu declarei : &#8220;alguns modelos de empresas de internet que estão em plena fase de expansão, como os sites de compras coletivas, podem representar riscos para o mercado. “<strong>Na medida em que aumenta o número deste tipo de sites, o negócio tende a dispersar demais o público. Logo não valerá a pena para nenhuma empresa investir nesse tipo de promoção</strong>”.</p>
<p>Esta declaração foi feita antes do Groupon, o maior site do setor, que praticamente criou a categoria de compras coletivas, ter se metido em uma enorme enrrascada com seu IPO (abertura inicial de capital na bolsa). O problema do Groupon é que ele não só não dá lucro, mas também estava maquiando seu balanço, retirando as despesas de marketing e aquisição de novos clientes, e teve que voltar atrás rescentemente. Com isso ficou claro para o mercado financeiro o tamanho do problema do Groupon, seja financeiro, seja operacional: O Modelo não é sustentável.</p>
<p>A matéria do Mashable &#8220;<a href="http://mashable.com/2011/08/30/one-too-many-daily-deals/" target="_blank">Are we approaching the end of the Daily Deals Era?</a>&#8221; me estimulou a escrever para deixar mais clara a minha posição. Não só porquê ser uma oportunidade de pensarmos e discutirmos os modelos de negocios da Internet, mas também porquê recebo todos os meses vários emails de empresários que estão &#8220;lançando um site de compras coletivas&#8221;. Então quais as razões que me levam a afirmar que os sites de compras coletivas não são um negócio sustentável, incluindo o Groupon:</p>
<p><strong>1. Alto custo de captação de clientes:</strong> O modelo de captação de novos clientes dos sites de compra coletivas em geral é fortemente baseados na publicidade convencional. Anúncios na televisão, em revistas, outdoors, etc&#8230; Desta forma o custo de captação de cada cliente se torna muito alto, e o ticket médio deste clientes, ou seja, a receita real que cada um gera na compra, é muito baixo. E isso se deve ao fato de que as ofertas dependem de uma grande promessa de adesão. Eu ofereço o desconto pois quero que centenas de pessoas comprem ao mesmo tempo o mesmo produto. Por isso preciso de um crescimento muito rápido e constante de minha base de clientes para que a demanda se justifique. Você já viu algum anúncio do Google na Televisão? Pois é, não.</p>
<p><strong>2. Não há formação de capital social:</strong> Os sites de compras coletivas na sua essência são comodities. Eles não geram nenhum valor agregado para o usuário. Assim não há fidelidade. Não há formação de uma rede em torno de um site, e não há motivo para se manter conectado e um determinado site. Quando você cria uma conta no Facebook, você encontra seus amigos e convida outros. Uma vez que você criou uma rede no Facebook, o valor dela é óbvio para você. refazer este processo em outra rede é muito oneroso. O Facebook cria capital social conforme vai sendo usado por você. É algo inerente ao modelo de negócios. No caso da compra coletiva a maioria dos usuários são pessoas que estão atrás da vantagem econômica imediata, e portanto se cadastram em vários sites de compras coletivas, e formam pequenos grupos que também aderem a todos. Assim a fidelidade é muito baixa, e não há formação de vínculos reais com nenhum site.</p>
<p><strong>3. Alto custo operacional:</strong> O modelo de negócios dos sites de compras coletivas depende fortemente do contato e convencimento de estabelecimentos comerciais, como restaurantes, lojas, salões de beleza e outras empresas do genêro. O Produto que eles oferecem é um desconto de um estabelecimento. E para manter o interesse dos usuários é necessário ter milhares de estabelecimentos cadastrados no pais todo. O custo de captação destes parceiros é muito alto. O Google links patrocinados tem um custo baixíssimo de captação de novos parceiros anunciantes, que podem ser inclusive o mesmo tipo de empresas, pois usa publicidade online e viral para levar sua mensagem aos anunciantes.</p>
<p><strong>4. Oferta não sustentável: </strong>Pense bem: Você oferece esta semana o Sushi do seu restaurante com 75% de desconto para um grupo de 100 pessoas. Seu restaurante lota, mas obviamente seu lucro será zero naquela noite, pois os descontos oferecidos são tão agressivos, que não há margem suficiente para pagar a conta. Mesmo assim você fez isso pensando que estas 100 pessoas vão retornar ao se estabelecimento, certo?. Mas elas não retornam. E porquê? Por que a maioria dos consumidores interessados em compras coletivas buscam uma única coisa: Preço baixo. Isso faz com que na outra semana este grupo vá para comer em uma Pizzaria que ofereceu 75% de desocnto para um grupo de 100 pessoas, e só volte a comer Sushi quando alguém oferecer um desconto de 75%. Assim ao longo do tempo os estabelecimentos vão percebendo que não podem manter esta lógica, e reduzem as ofertas.</p>
<p><strong>5. Modelo de negócio não sustentável a longo prazo: </strong>Ainda nesta linha de raciocínio, quando você oferece 75% de desconto pelo seu Sushi você está fazendo duas coisas muito nocivas para o seu negócio: Dizem que o valor do seu produto é baixo, e fazendo um promoção que não é sustentável a longo prazo. Por um lado você informa os seus clientes que o seu produto ou o seu negócio não tem valor. Que você só está no mercado por causa das promoções agressivas. Seus clientes normais vão chegar uma noite no seu estabelecimento e ver um monte de pessoas que estão ali só porquê pagaram 75% do valor do prato. Esta mensagem fica na mente do seu consumidor, e ele vai passar a se comportar assim. Além disso, como a promoção tem um rentabilidade muito baixa, você não pode mantê-la por muito tempo. Não dá para fazer isso todos os dias, ou todas as semanas. Seria o fim da sua lucratividade, e negócios só permanecem a longo prazo se tem lucro.</p>
<p>Embora tenha usado muito o exemplo dos estabelecimentos comerciais, isso vale também para os eletrônicos, brinquedos, serviços e outros produtos oferecidos nos sites de compras coletivas.</p>
<p><strong>Resumindo</strong>: Os sites de compra coletiva são sim uma bolha de mercado. Um negócio que não dá lucro, não porquê não haja receita, mas porquê as despesas são muito altas. Um negócio que tem um modelo que não é sustentável a longo prazo, pois depende de estabelecimentos oferecendo desconto agressivos, e que a médio prazo percebem que isto é um péssimo negócio.  Um negócio que parece online e moderno, mas não utiliza a maioria das estratégias de marketing digital, sendo baseado em estratégias convencionais e nas regras dos negócios convencionais.</p>
<p>Embora pareça um negócio do século 21, os sites de compra coletiva são na verdade negócios típicos do século 20 e da bolha que estourou no final dele na Nasdaq.</p>
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		<title>Não tente vender, conte uma história &#8211; Case Videocast Fiat</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 15:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Torres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>

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		<description><![CDATA[O Marketing Digital é de fato diferente do marketing tradicional em uma série de aspectos. Em particular na Publicidade online, uma das Sete Estratégias do Marketing Digital, existem grandes diferenças. Por isso na veiculação de vídeos publicitários temos que mudar nossa forma de ver a publicidade e trabalhar com as novas características que a Internet nos trás. Uma destas características é o tempo. Na publicidade em vídeo tradicional estamos presos pelo tempo da mídia, que em geral é escasso e caro. Já na Internet temos mais liberdade, e podemos usar o tempo a nosso favor. Por outro lado, na Internet temos mais dificuldade de prender a atenção do consumidor, pois além de competir com diversas outras atrações simultaneamente, como o Twitter, o MSN e o Facebook, temos que criar peças que estejam alinhadas com a linguagem do internauta e suas espectativas. E para atender a estas expectativas temos que nos concentrar na essência dos desejos do consumidor online. Como digo no meu livro &#8220;A Bíblia do Marketing Digital&#8220;, o consumidor online busca três coisas: Informação, Diversão e Relacionamento. Assim, pensando na maior liberdade, na disponibilidade de tempo, na escassa atenção do consumidor, e nas suas expectativas, um dos caminhos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Marketing Digital é de fato diferente do marketing tradicional em uma série de aspectos. Em particular na Publicidade online, uma das <a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/" target="_blank">Sete Estratégias do Marketing Digital</a>, existem grandes diferenças. Por isso na veiculação de vídeos publicitários temos que mudar nossa forma de ver a publicidade e trabalhar com as novas características que a Internet nos trás.</p>
<p>Uma destas características é o tempo. Na publicidade em vídeo tradicional estamos presos pelo tempo da mídia, que em geral é escasso e caro. Já na Internet temos mais liberdade, e podemos usar o tempo a nosso favor.</p>
<p>Por outro lado, na Internet temos mais dificuldade de prender a atenção do consumidor, pois além de competir com diversas outras atrações simultaneamente, como o Twitter, o MSN e o Facebook, temos que criar peças que estejam alinhadas com a linguagem do internauta e suas espectativas. E para atender a estas expectativas temos que nos concentrar na essência dos desejos do consumidor online. Como digo no meu livro &#8220;<a href="http://www.claudiotorres.com.br/a-biblia-do-marketing-digital/" target="_blank">A Bíblia do Marketing Digital</a>&#8220;, o consumidor online busca três coisas: <strong>Informação, Diversão e Relacionamento</strong>.</p>
<p>Assim, pensando na maior liberdade, na disponibilidade de tempo, na escassa atenção do consumidor, e nas suas expectativas, um dos caminhos mais eficientes para o vídeo publicitário online é parar de pensar em vender, e começar a contar histórias.</p>
<p>Não estou falando que não devemos usar outras formas. Na verdade acredito que devemos inclusive publicar nossos anúncios tradicionais de TV no YouTube, ampliando a audiência das peças tradicionais. Sou partidário também dos vídeos colaborativos, feitos pelo próprio consumidor para a marca, e dos vídeos educacionais e virais. Mas quero chamar a atenção para a força de uma boa história, que trabalhe as emoções mais básicas do ser humano, e que portanto precisa de tempo para ser contada. Uma história bem contada, tem a força de fixar a marca e seus conceitos na mente do consumidor, e também a capacidade de prender sua atenção até o final da narrativa.</p>
<p>Veja esta Case da Fiat. Uma boa história, muita bem contada, em um vídeo de mais de 5 minutos, veiculado no YouTube, e visto, até o momento, por mais de 75 mil espectadores.</p>
<h2>Seu Zio e as 34.000 moedas</h2>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=TLAF3U_bymc">http://www.youtube.com/watch?v=TLAF3U_bymc</a></p>
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