A Bíblia do Marketing Digital é o livro de Marketing Nacional mais Vendido em 2011. Pelo Segundo Ano Consecutivo.

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 13-12-2011

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Tudo o que você queria saber sobre marketing digital e publicidade onlineEu não sou de me gabar. Faço meu trabalho. Trabalho duro como consultor de Marketing Digital, faço palestras por todo o país, sou muito bem recebido nos cursos de MBA que ministro, e de quebra ainda escrevo meus livros. Mas neste final de ano tenho que comemorar um feito fantástico.

Pelo segundo ano consecutivo A Bíblia do Marketing Digital é o livro de Marketing Nacional mais Vendido em 2011.

Em 2010 meu livro, A Bíblia do Marketing Digital, foi o segundo livro de marketing mais vendido no país, só perdendo para o Administração de Marketing, de Philip Kotler. Este ano, segundo a tradicional lista dos 10 livros de Marketing mais Vendidos do Mundo do Marketing, A Bíblia do Marketing Digital continua firme, só perdendo para o americano Philip Kotler.

O mais importante é que por dois anos consecutivos, 2010 e 2011, A Bíblia do Marketing Digital é o livro Nacional de Marketing mais vendido do País.

O que me deixa orgulhoso, não é só o fato de meu livro dominar o topo da lista dos nacionais desde seu lançamento, mas o fato de que isso comprova que eu estou no caminho certo, com minha aposta em um livro de qualidade, que mostra um modelo prático, sólido e consistente de uso do Marketing Digital, em uma linguagem acessível a todos. Um modelo que se espalha entre as Faculdades, MBAs, Empresas e Agências de Publicidade, e que produz naturalmente este resultado.

Quem comprou elogia muito e recomenda, quem ainda não comprou agora tem que comprar e ler este clássico: A Bíblia do Marketing Digital.

 

Como tornar-se um profissional de marketing digital

Posted by claudio torres | Posted in Cases, Comunicação Empresarial, Email Marketing, Marketing de Conteudo, Marketing Digital, Marketing nas Mídias Sociais, Marketing Politico Digital, Marketing Viral, Monitoramento, NewsLetter, Pesquisa online, Publicidade online | Posted on 21-11-2011

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Recebo todos os meses dezenas de emails perguntando como tornar-se um profissional ou um Consultor de Marketing Digital. Assim, decidi escrever este post para orientar quais os passos para os interessados em tornar-se um profissional ou Consultor de Marketing Digital.

É um fato inegável que a demanda por profissionais de marketing digital tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e que muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda. Somado a isso outros setores do marketing, da comunicação e da publicidade vem reduzindo sua demanda, fazendo com que os profissionais destes setores tenham interesse em se especializar, migrando para o Marketing Digital.

Formação básica de um profissional de Marketing Digital

O profissional que pretende trabalhar com Marketing Digital deve ter formação superior (Marketing, Publicidade, Comunicação, Engenharia, ou Administração). É possível se tornar profissional sem esta formação, mas o resultado pode ser temerário. No passado, webdesigners e programadores entravam no mercado sem nenhuma formação específica. O fato é que Marketing Digital é Marketing, uma ciência que vem da Administração, que vem da Engenharia. Assim possuir a base acadêmica em Marketing e Administração é fundamental para o melhor desempenho das atividades.

A partir desta formação básica é que o profissional pode se desenvolver. Não há ainda um curriculum específico do profissional de Marketing Digital, e os cursos formais de MBA e Pós-graduação ainda tem sua grade curricular criada pela experiência do gestor de cada curso. Isto faz com que na maioria dos casos, mesmo com uma boa Pós ou MBA o profissional ainda sinta muita dificuldade em executar suas tarefas.

Na formação de um profissional de Marketing Digital você deve se preocupar em desenvolver as seguintes competências:

As Setes Estratégias do Marketing Digital como base de formação

Muitos cursos de Marketing e Publicidade tem adotado As Setes Estratégias do Marketing Digital como modelo básico para seus módulos de Marketing Digital. Eu também uso em todo o meu trabalho este modelo, em particular em meus clientes de consultoria e nos meus cursos online de marketing digital.

Como As Setes Estratégias do Marketing Digital são um modelo teórico de Marketing para a Internet e o ambiente online baseado nas teorias do Marketing, ela é ao mesmo tempo um bom caminho de aprendizado, desenvolvimento, e uma metodologia sólida de trabalho.

As Setes Estratégias do Marketing Digital permitem que você ao mesmo tempo crie uma sólida Formação em Marketing Digital, e tenha uma Metodologia de Marketing Digital para o seu trabalho como Consultor de Marketing Digital ou Gestor de Marketing Digital.

Onde trabalhar com Marketing Digital

Para aproveitar melhor o seu interesse na carreira de marketing digital, você deve considerar que existem três posições principais que você poderá assumir neste mercado: Analista de Marketing Digital, Gestor de Marketing Digital e Consultor de Marketing Digital.

O Analista de Marketing Digital irá trabalhar em uma empresa ou agência de publicidade fazendo o planejamento de marketing digital, criando campanhas de marketing digital, e implementando estas ações, e geralmente trabalhando com um conjunto de terceirizados (empresas de SEO, Mídias Sociais, Blogueiros, Agências, etc…). Esta é uma posição mais operacional, ideal para os jovens que querem aprender e ganhar experiência neste mercado, e um bom caminho para aqueles que buscam uma transição de carreira.

O Gestor de Marketing Digital irá trabalhar como Gerente em uma empresa, sendo o principal responsável pelo planejamento de marketing digital, pelo controle das metas, e pelo reporte à Diretoria de marketing ou comercial. Como todo cargo de gerência o ideal é que você já tenha experiência no mercado. Independente da sua competência como profissional de marketing digital, você terá que desenvolver competências em gestão de processo e pessoas para desempenhar bem sua atividade.

O  Consultor de Marketing Digital  é o profissional externo à empresa ou agência de publicidade, que pode trabalhar de forma independente ou associado a uma consultoria, e que irá ajudar a empresa a desenvolver o planejamento de marketing digital, ou a agência a criar a campanha de marketing digital. Ele pode também ministrar cursos e palestras de marketing digital. Esta posição tem mais independência que as anteriores, mas o profissional deve ter um espirito empreendedor, pois além de executar suas atividades terá que vender seus serviços. Este profissional, além de adquirir conhecimento sobre marketing digital, terá que criar um processo de atualização constante, pois é o conselheiro das empresas, e possuir uma metodologia de trabalho, que vai bem além da metodologia de planejamento e ações de marketing digital.

Buscando um emprego em Marketing Digital

Um vez formado em Marketing Digital você terá um segundo desafio que é conseguir se colocar no mercado. Seguindo a linha de raciocínio que desenvolvi até agora, você primeiro terá que decidir se quer buscar uma colocação como Analista ou Gestor de Marketing Digital ou se pretende desenvolver uma carreira como Consultor de Marketing Digital

Uma alternativa não exclui a outra, mas você terá que escolher em qual delas irá começar para poder buscar seu emprego como profissional de Marketing Digital.

Independente da sua escolha, a sua nova posição como profissional de Marketing Digital dependerá de alguns passos básicos. Crie seu curriculum no LinkedIn, incluindo sua formação específica em Marketing Digital, e um perfil no Facebook. Não espere que alguém leve você a sério no mercado de Marketing Digital se você não tem uma presença sólida na Web. O ideal é que você crie um Blog Profissional (e ligado a ele um Twitter), onde você publique artigos ligados a seus conhecimento em Marketing Digital. Isso ajuda muito na sua exposição, e é fundamental se sua escolha é ser um  Consultor de Marketing Digital.

Uma vez criada esta base, faça o seu próprio planejamento com As Setes Estratégias do Marketing Digital. Exponha-se. Participe de grupos no LinkedIn e Facebook, e do Buzz diário no Twitter.

Se você pretende uma vaga como Analista ou Gestor de Marketing Digital, comece a fazer contato e amizades, via Facebook, Twitter e LinkedIn, com profissionais de agências e de empresas que já trabalham nestas posições. Isso levará você rapidamente a se tornar conhecido. Deixe claro que está buscando uma oportunidade, e mostre seu potencial com as etapas anteriores.

Se você pretende ser Consultor de Marketing Digital, a primeira coisa de que precisa são clientes. Neste caso, criar um planejamento com As Setes Estratégias do Marketing Digital e se expor com seu Blog, Twitter, LinkedIn e Facebook é fundamental. Além disso, se associar a agências ou consultorias, pode ser uma boa estratégia.

Meu trabalho na formação de Gestores e Consultores de Marketing Digital

Desde o lançamento do livro A Bíblia do Marketing Digital tenho participado de projetos de formação de profissionais de Marketing Digital. Além de ministrar vários módulos de MBA e Pós em instituições de ensino, busco criar alternativas para os profissionais com menos tempo ou acesso às instituições de ensino mais renomadas. Como o tempo estes projetos vão se consolidando, e hoje posso estimar que mais de 3 mil profissionais foram treinados diretamente por mim em meus cursos e palestras.

Minhas principais contribuições acessíveis a todos os interessados em se tornar Profissionais, Gestores ou  Consultores de Marketing Digital, são :

Todo este trabalho para contribuir com um mercado cada vez mais competitivo, inovador e saudável para todos os profissionais, gestores e consultores de Marketing Digital.

Se você tem alguma idéia ou sugestão para um projeto de formação, crowdsourcing ou associativismo em Marketing Digital, Entre em Contato Comigo.

 

S-Company, a empresa preparada para competir no Século 21

Posted by claudio torres | Posted in Comunicação Empresarial, Marketing Digital, Marketing nas Mídias Sociais, NewsLetter | Posted on 09-11-2011

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Estamos no Século 21, uma era digital e colaborativa. Não há mais como separar os consumidores, colaboradores, influenciadores (stakeholders) e os gestores.

As grandes mudanças que vem ocorrendo na relação entre as empresas, o mercado, seus consumidores e seus concorrentes, não podem mais ser mapeadas pelos velhos critérios que separavam Recursos Humanos, Gestão do Conhecimento, Marketing e Relações Públicas.

Até o valor de mercado de uma empresa, tradicionalmente um assunto restrito ao sistema financeiro e ao RI, não pode ficar isolado nesta discussão.

Em resumo, não podemos mais olhar para os negócios com o olhar dos administradores do século passado. Boa parte das teorias de administração, marketing, recursos humanos e gestão do conhecimento, terão que ser reescritas a luz da Era da Colaboração Digital.

A Era da Colaboração Digital

As Mídias Sociais, o motor da Era da Colaboração Digital, redefinem como as empresas adquirem, retém e usam o conhecimento, cada vez mais público e distribuído.

No século passado podíamos separar o conhecimento entre o público e o privado, e adquirir conhecimento através da experiência, pesquisa ou compra.

A experiência levava as empresas a buscar profissionais altamente qualificados e com histórico profissional conhecido. A pesquisa obrigava as organizações a investir milhões no desenvolvimento de soluções próprias, e outra quantia significativa para proteger a propriedade industrial. E a compra era usada como ferramenta estratégica de competitividade, na aquisição de tecnologia de terceiros.

Na Era da Colaboração Digital, o conhecimento é cada vez mais amplo, público e barato. Parte dele atinge um custo tão baixo que passa a ser distribuído gratuitamente. Além disso, o conhecimento passou a ser compartilhado. Por motivos diferentes e difusos, pessoas compartilham conhecimento e projetos, produzindo produtos e serviços abertos para o uso de terceiros.

Assim o antigo modelo de gestão do conhecimento, e consequentemente o modelo de gestão empresarial, precisa ser repensado. A experiência, embora importante, muitas vezes é superada pela colaboração, onde os menos experientes obtém conhecimento rapidamente de diversas fontes na tomada de decisão. A pesquisa, fundamental em alguns setores, é superada pela experimentação, onde produtos e serviços são lançados e testados colaborativamente, e a experiência do consumidor a substitui de forma eficiente. E a compra é superada pela fartura de conhecimento aberto e colaborativo disponível nas diversas mídias sociais.

Por isso, as empresas precisam repensar suas estratégias de gestão, e nós como indivíduos, o nosso papel no mercado. Temos que pensar na empresa como um ambiente aberto de inovação e colaboração, e os indivíduos como agentes deste processo, alternando seus papéis entre: Colaboradores, Influenciadores, Consumidores e Gestores do Conhecimento.

As Quatro Dimensões

As empresas do século passado eram bidimensionais. A Gestão trabalhava na dimensão do interno e do externo.

O interno era composto pela operação da empresa, sua gestão, seus colaboradores e sua tecnologia. O interno era fechado, hermético. A eficiência do interno dependia de esforço de gestão, capacitação dos profissionais,  e investimento em infraestrutura.

O externo era composto pelo mercado, os concorrentes, os consumidores e os influenciadores (stakeholders). O externo era aberto, intangível, e imprevisível. A eficiência do externo dependia das condições de mercado, das inovações tecnológicas de terceiros, da conquista do consumidor, e da eliminação dos concorrentes.

O Marketing fazia a gestão do externo, da dimensão que olhava para fora da empresa, e a Administração a gestão do interno, da dimensão que olhava para dentro da empresa. Neste modelo, a comunicação entre o interno e o externo era restrita e controlada. A área de TI tinha um papel fundamental em garantir a segurança das informações e o controle da comunicação. O Marketing criava uma verdadeira barreira entre as duas dimensões, garantindo que a imagem externa fosse controlada, independente da realidade interna do negócio.

Entretanto, a colaboração irrestrita nas mídias sociais tornou difícil e caro controlar a comunicação entre o interno e o externo das empresas. A imagem da empresa, e da marca, já não pode mais ser controlada pelo marketing. Tentar criar uma barreira entre a imagem externa da marca e a realidade do negócio se tornou impossível. Empresas de todos os setores assistem atônitas ao vazamento de informações, reclamações de consumidores, opinião de colaboradores, e a toda espécie de interação espontânea, ou não, entre o interno e o externo.

Não há como voltar atrás. Na Era da Colaboração Digital, o mercado se tornou multidimensional. A comunicação colaborativa nas mídias sociais, deu a cada indivíduo, seja ele de dentro ou de fora da empresa, o poder de assumir instantâneamente um dos quatro papeis da comunicação empresarial: Colaborador, Influenciador, Consumidor e Gestor do Conhecimento. É como se a empresa estivesse operando com suas portas e janelas abertas, com todo o mercado circulando pelos seus corredores.

As empresas deste século estão inseridas em quatro dimensões deste novo mercado:

  • S-Marketing: Dimensão dos indivíduos enquanto consumidores, e onde está inserido o Marketing Digital e suas Sete Estratégias.
  • S-Engagement: Dimensão dos indivíduos enquanto influenciadores do mercado, e onde está surgindo o novo modelo de Comunicação Empresarial e Relações Públicas.
  • S-Empowerment: Dimensão dos indivíduos enquanto colaboradores da organização, onde novos modelos de gestão de recursos humanos, recrutamento e treinamento estão surgindo.
  • S-Management: Dimensão dos indivíduos enquanto gestores do negócio e do conhecimento, onde as Mídias Sociais Corporativas, ou Internas, estão transformando a gestão do negócio e do conhecimento.

O modelo de comunicação colaborativa da Era da Colaboração Digital, dá tanto poder ao indivíduo que impõe às empresas o desafio de sobreviver, competir e crescer neste novo mercado.

Mais do que se adaptar, a empresa tem que se transformar em uma nova empresa, com um novo modelo de gestão e comunicação, colaborando com os indivíduos, e inserindo no processo as mídias sociais e as quatro dimensões do novo mercado.

A S-Company

A esta nova empresa, transformada por um processo de planejamento estratégico, abrangendo as quatro dimensões do mercado, é que dou o nome de S-Company.

A S-Company é uma empresa inovadora, colaborativa, eficiente e competitiva, preparada para o mercado do século 21.

A S-Company é uma organização que atua de forma natural, orgânica e eficiente, nas quatro dimensões do novo mercado colaborativo.

Com uma visão inovadora, a S-Company vê os indivíduos como agentes ativos no seu modelo de negócios, preparando os colaboradores, colaborando com os influenciadores, ajudando seus consumidores, e gerindo o conhecimento de forma colaborativa.

A S-Company está inserida nas Mídias Sociais nas quatro dimensões, e tem processos definidos para garantir o contato e a comunicação permanente com elas.

Enfim, a S-Company é a empresa que está se transformando, inovando, e aproveitando o melhor das Mídias Sociais e da Era da Colaboração Digital.

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A República das Bananas Digital (Digital Bananas Republic)

Posted by claudio torres | Posted in Cases, NewsLetter | Posted on 05-10-2011

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Quando terminei de ler a reportagem da Isto É Dinheiro “O País das Start-ups”, logo me ocorreu que a matéria poderia se chamar “A República das Bananas Digital, em uma óbvia e simplista alusão ao termo “República das Bananas” cunhado pelo comediante americano O. Henry para se referir de forma pejorativa aos “países” da América Latina.

Digo que o artigo poderia ter este nome, pois dependendo como se lê e interpreta a reportagem, se tem a clara sensação de que estamos vivendo um daqueles momentos colonialistas onde o colonizador vem extrair as riquezas no momento de fartura, aproveitando nossa deficiência e incapacidade de fazê-lo, para depois abandonar a terra arrasada quando vem a escassez.

Nosso país já teve inúmeros destes momentos, e o mais recente foi a corrida à pesquisa e patentes dos componentes atívos da nossa bio-diversidade. Aliás, talvez você não saiba, mas da Amazônia só temos as árvores e a terra mesmo, pois o patrimônio de ativos medicinais e genéticos da biodiversidade já foi quase que completamente mapeado e patenteado por americanos, japoneses e europeus.

O início deste meu artigo parece meio ufanista e um pouco nacionalista. Você deve estar pensando que vou defender alguma posição de protecionismo ou algo assim. Então, vou me explicar melhor e você irá entender onde quero chegar.

A reportagem da Isto É Dinheiro “O País das Start-ups”, começa com uma frase reveladora “O momento para montar uma empresa de internet está tão favorável que o Brasil recebe atualmente uma onda de jovens empreendedores estrangeiros, que trocam a crise dos EUA e da Europa pelo dinamismo do mercado nacional de tecnologia.e na continuidade da matéria mostra as peripécias de jovens americanos, alemães, franceses e holandeses que vieram ao país para abrir empresas de Internet, ligadas ao e-commerce, a compra coletiva e a redes sociais.

Entre um monte de nomes de fundos estrangeiros a reportagem coloca duas frases reveladoras:

  • “Os estrangeiros são responsáveis por boa parte dos empreendimentos (digitais) lançados no mercado nacional”
  • “Não falta interesse nos fundos estrangeiros (pelo Brasil)… o que falta são pessoas que os fundos conheçam e confiem no Brasil.”

Quanto a segunda frase, eu que já vi este filme várias vezes e posso afirmar: “Bancos estrangeiros confiam somente, e querem só confiar nos empresários e empresas de sua origem nacional”. Por isso muito sites, como o Peixe Urbano, são investidos e comandados por estrangeiros, embora tenha sócios brasileiros. Raros são os casos em que os brasileiros sejam de fato protagonistas, e quase nunca são 100% dos sócios. Isto ocorreu na última corrida automotiva no Brasil, onde boa parte das fabricas de automóveis que vieram para o País, trouxeram fornecedores de suas empresas de origem. Eu cheguei a ouvir no passado de um executivo francês que só contrataria uma empresa nacional se soubesse que ela podia fazer algo que uma francesa não faria. Isso ninguém fala. Todo mundo faz o discurso da globalização, mas quando o assunto é investimentos, só as empresas tupiniquins é que não levam as brasileiras para o exterior e contratam as empresas locais.

Mas é na primeira frase que reside minha preocupação. Não faltam empreendedores de internet no Brasil. Eu mesmo recebo semanalmente emails de empreendedores falando de seus projetos de Internet. Não falta tecnologia e conhecimento. Temos excelentes programadores e técnicos. Embora deficitária e cara, não chega a faltar infra-estrutura. As telecomunicações, em particular a banda larga e a infra-estrutura de acesso a Internet é uma das piores entre os paises emergentes, culpa da inépcia e da corrupção que permite que as empresas de Telecom façam o mínimo necessário. Mas isso não chega a ser um gargalo.

Então porquê os estrangeiros são responsáveis por boa parte dos empreendimentos digitais recentes? A resposta é simples: Estrutura de investimento de capitais. Os investidores nacionais não querem colocar dinheiro em Internet e Tecnologia. Eles preferem investir em títulos do governo, no próprio sistema financeiro, e em projetos de infra-estrutura, como a Copa do Mundo, as Hidroelétricas, as Mineradoras e o Biodiesel. Mas isso acontece nos Estados Unidos também com os grandes investidores.

Porém, o que ocorre nos Estados Unidos, e em particular no Vale do Silício, é que lá há uma estrutura de investimento de capitais para Start-ups de Tecnologia e Internet com fases bem definidas. Há os Angels, o Venture Capital, com suas várias fases (Rounds A, B, C) e os IPOs (Abertura de capital na bolsa Nasdaq). Para cada fase de crescimento de uma Start-up de Internet nos Estados Unidos, há um mercado de investidores interessados em colocar dinheiro, para lucrar depois quando o outro grupo entra na fase seguinte. Assim, uma Start-up consegue dinheiro para começar rápido e mostrar logo os resultados. Não se engane, Hotmail, Google, Youtube, Twitter, Linkedin, Facebook, e outros, todos começaram com uma idéia e um cheque de um Angel que comprou a idéia e parte da futura empresa.

Nossos empreendedores digitais em geral começam investindo seu tempo e dinheiro no desenvolvimento, até a exaustão ou falência, e muitos não tempo a sorte de lucrar e gerar caixa suficiente para atingir o tamanho necessário para atraiar os investidores. Empresas como o Cadê, BuscaPé e MercadoLivre, teriam crescido mais rápido e talvez comprassem empresas estrangeiras, ao invés de serem vendidas. Saiba que um dos primeiros sites de vídeo do mundo foi o VideoLog (brasileiro) e não o Youtube (que só veio 8 meses depois).

Então o que falta no Brasil são movimentos consistentes, em número, e volume suficientes para alavancar nossos empreendedores digitais e nossas start-ups nacionais. Se isso não acontecer vamos perder esta década da Internet, como perdermos a anterior (2002-2008) quando surgiram boa parte das grandes empresas de Internet que conhecemos, como o Google, YouTube, Twitter e Facebook.

Mas qual o problema se os estrangeiros vão fazer os investimentos e a gestão dos empreendimentos digitais no Brasil? Isso não gera empregos? Sim. Até gera, mas não gera riqueza de fato, e muitos menos novos investidores. Os Angels, e muito do Venture Capital, dos Estados Unidos, foi formado nos dois ciclos de crescimento da Internet, antes e depois de 2000. Os ricos investidores de hoje, foram os empreendedores digitais de ontem, e os empreendedores digitais de hoje são a chave para a existência de investidores de risco amanhã.

Hoje Estados Unidos e Europa estão em crise, e os investidores e empreendedores digitais estrangeiros estão felizes de estar entre nós. Amanhã quando a maré mudar e o mercado ameircano prosperar, o dinheiro de verdade, ganho com os investimentos aqui, vai todo para as start-ups do Vale do Silício. Você acha que estou exagerando? Não estou. Este é o nosso ciclo econômico desde os Portugueses, passando pelos Ingleses do Século 19 e dos americanos do Século 20.

O que precisamos fazer é criar projetos de investimento em Start-ups com dinheiro brasileiro, para tomarmos a frente do jgo. Já fizemos isso nos setores de Cerveja, Siderurgia, e em muitos outros, e com toda a certeza temos empresários e visionários suficientes para criar um movimento forte e duradouro para alavancar nossos empreendedores digitais.

Pense nisso, e me dê sua opinião.

As Mídias Convencionais e o Apocalipse Digital

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 30-09-2011

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Vale a pena anunciar ou trabalhar com outras mídias? A Internet vai tomar conta de tudo? Os dias da Televisão estão contados? Os Jornalistas serão substituídos pelos Blogueiros? Os livros vão sumir? O mundo da mídia vai acabar em um Apocalipse de Bits e Bytes?

Os profetas do Apocalipse digital gritam frases de efeitos em seus Blogs e Vlogs. Como o mendigo maluco, que sempre aparece nos filmes com um cartaz escrito a mão sobre o fim do mundo, os profetas digitais pregam que tudo está chegando ao fim, e que só restará a Internet. Outros vão mais além, e dizem que o Facebook será o único refúgio, e que a empresa de Mark Zuckerberg dominará nossas mentes, contas, e toda a mídia.

Mas calma, sempre foi assim. Quando surgiu a Televisão, as recém criadas emissoras decretaram que o Cinema estava com seus dias contados. Segundo eles ninguém mais sairia de casa para ver um filme que pudesse ser visto no conforto de sua casa na Televisão.

Quando surgiu a Televisão, os produtores de Cinema disseram que não se preocupavam com ela, pois ninguém conseguiria passar mais de meia hora olhando para uma tela de vídeo na sua sala de estar.

O fato é que os dois estavam errados.

Hoje sabemos que tanto a Televisão quanto o Cinema prosperaram. Na verdade cresceram muito, em forma, conteúdo e audiência. São industrias globais, e mídias muito eficientes.

A história tem demonstrado, da Imprensa de Gutenberg e a Internet de Tim Berners-Lee, que sempre que uma nova mídia surge, as outras se adaptam, e ao invéz de desaparecerem, crescem. Aconteceu com a Imprensa, o Rádio, o Cinema, a Televisão.

Não acredito nos profetas do Apocalipse que dizem que a Internet vai dominar tudo no futuro próximo. Acho que cada mídia está se adaptando a nova realidade e que teremos um futuro com Cinema, TV, Rádio, Jornal, Livros, Revistas, Música, Games, Internet, etc….

Mesmo na Internet não haverá um único vencedor. Todos diziam que a Microsoft dominaria o mundo dos computadores, até surgir o Google. As mesmas pessoas pregaram que o Google dominaria tudo, até surgir o Facebook. Seguramente o Facebook não dominará a Internet. No final teremos muitos sites, muitas redes sociais, e muitas formas de nos divertirmos, informarmos e relacionarmos com o mundo. Não acredito naqueles que sempre olham para o futuro com um único player dominante. A IBM pensava assim, décadas atrás, hoje é só mais uma empresa na constelação dos negócios.

Assim como não é possível pensar em trabalhar com uma única mídia online, ou com uma única estratégia de marketing digital, não podemos pensar sem a mídia convencional. Obviamente que as mídias estão buscando seu caminho. Mas elas são muito importantes no composto de comunicação das empresas.

Portanto a questão não é se vale a pena anunciar em Jornal, Revista, Rádio, Cinema ou Televisão. A questão é qual público específico cada mídia está atingindo, se a empresa tem interesse neste público alvo.

No meio de toda esta conversa sobre Apocalipse Digital, temos que retornar às raizes do marketing e da publicidade, esquecer as mídias e pensar cada vez mais no que realmente importa: As pessoas. Ou na linguagem dos negócios: O Público-alvo.

Pense no seu público-alvo, no seu consumidor ideal. Defina ele claramente, e depois busque as mídias que neste momento estão atingindo com o melhor custo benefício este público. Ignore os estereótipos, como “os Jovens usam a Internet” e “os mais velhos vêem mais televisão”. Isso é bobagem. Defina seu público e pesquise de verdade. Busque dados concretos sobre quais as mídias que estão atingindo, com melhor custo-benefício, o seu público-alvo.

Ignore os profetas do apocalipse e não pense na mídia. Pense nas pessoas que usam a mídia.

Porque os sites de compras coletivas não são sustentáveis?

Posted by claudio torres | Posted in Marketing Digital, NewsLetter, Publicidade online | Posted on 31-08-2011

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Recentemente fui entrevistado pela HSM para uma matéria sobre nova bolha da Internet - Internet: uma nova bolha prestes a estourar?. Dentre os temas discutidos estavam os sites de compras coletivas. Na matéria eu declarei : “alguns modelos de empresas de internet que estão em plena fase de expansão, como os sites de compras coletivas, podem representar riscos para o mercado. “Na medida em que aumenta o número deste tipo de sites, o negócio tende a dispersar demais o público. Logo não valerá a pena para nenhuma empresa investir nesse tipo de promoção”.

Esta declaração foi feita antes do Groupon, o maior site do setor, que praticamente criou a categoria de compras coletivas, ter se metido em uma enorme enrrascada com seu IPO (abertura inicial de capital na bolsa). O problema do Groupon é que ele não só não dá lucro, mas também estava maquiando seu balanço, retirando as despesas de marketing e aquisição de novos clientes, e teve que voltar atrás rescentemente. Com isso ficou claro para o mercado financeiro o tamanho do problema do Groupon, seja financeiro, seja operacional: O Modelo não é sustentável.

A matéria do Mashable “Are we approaching the end of the Daily Deals Era?” me estimulou a escrever para deixar mais clara a minha posição. Não só porquê ser uma oportunidade de pensarmos e discutirmos os modelos de negocios da Internet, mas também porquê recebo todos os meses vários emails de empresários que estão “lançando um site de compras coletivas”. Então quais as razões que me levam a afirmar que os sites de compras coletivas não são um negócio sustentável, incluindo o Groupon:

1. Alto custo de captação de clientes: O modelo de captação de novos clientes dos sites de compra coletivas em geral é fortemente baseados na publicidade convencional. Anúncios na televisão, em revistas, outdoors, etc… Desta forma o custo de captação de cada cliente se torna muito alto, e o ticket médio deste clientes, ou seja, a receita real que cada um gera na compra, é muito baixo. E isso se deve ao fato de que as ofertas dependem de uma grande promessa de adesão. Eu ofereço o desconto pois quero que centenas de pessoas comprem ao mesmo tempo o mesmo produto. Por isso preciso de um crescimento muito rápido e constante de minha base de clientes para que a demanda se justifique. Você já viu algum anúncio do Google na Televisão? Pois é, não.

2. Não há formação de capital social: Os sites de compras coletivas na sua essência são comodities. Eles não geram nenhum valor agregado para o usuário. Assim não há fidelidade. Não há formação de uma rede em torno de um site, e não há motivo para se manter conectado e um determinado site. Quando você cria uma conta no Facebook, você encontra seus amigos e convida outros. Uma vez que você criou uma rede no Facebook, o valor dela é óbvio para você. refazer este processo em outra rede é muito oneroso. O Facebook cria capital social conforme vai sendo usado por você. É algo inerente ao modelo de negócios. No caso da compra coletiva a maioria dos usuários são pessoas que estão atrás da vantagem econômica imediata, e portanto se cadastram em vários sites de compras coletivas, e formam pequenos grupos que também aderem a todos. Assim a fidelidade é muito baixa, e não há formação de vínculos reais com nenhum site.

3. Alto custo operacional: O modelo de negócios dos sites de compras coletivas depende fortemente do contato e convencimento de estabelecimentos comerciais, como restaurantes, lojas, salões de beleza e outras empresas do genêro. O Produto que eles oferecem é um desconto de um estabelecimento. E para manter o interesse dos usuários é necessário ter milhares de estabelecimentos cadastrados no pais todo. O custo de captação destes parceiros é muito alto. O Google links patrocinados tem um custo baixíssimo de captação de novos parceiros anunciantes, que podem ser inclusive o mesmo tipo de empresas, pois usa publicidade online e viral para levar sua mensagem aos anunciantes.

4. Oferta não sustentável: Pense bem: Você oferece esta semana o Sushi do seu restaurante com 75% de desconto para um grupo de 100 pessoas. Seu restaurante lota, mas obviamente seu lucro será zero naquela noite, pois os descontos oferecidos são tão agressivos, que não há margem suficiente para pagar a conta. Mesmo assim você fez isso pensando que estas 100 pessoas vão retornar ao se estabelecimento, certo?. Mas elas não retornam. E porquê? Por que a maioria dos consumidores interessados em compras coletivas buscam uma única coisa: Preço baixo. Isso faz com que na outra semana este grupo vá para comer em uma Pizzaria que ofereceu 75% de desocnto para um grupo de 100 pessoas, e só volte a comer Sushi quando alguém oferecer um desconto de 75%. Assim ao longo do tempo os estabelecimentos vão percebendo que não podem manter esta lógica, e reduzem as ofertas.

5. Modelo de negócio não sustentável a longo prazo: Ainda nesta linha de raciocínio, quando você oferece 75% de desconto pelo seu Sushi você está fazendo duas coisas muito nocivas para o seu negócio: Dizem que o valor do seu produto é baixo, e fazendo um promoção que não é sustentável a longo prazo. Por um lado você informa os seus clientes que o seu produto ou o seu negócio não tem valor. Que você só está no mercado por causa das promoções agressivas. Seus clientes normais vão chegar uma noite no seu estabelecimento e ver um monte de pessoas que estão ali só porquê pagaram 75% do valor do prato. Esta mensagem fica na mente do seu consumidor, e ele vai passar a se comportar assim. Além disso, como a promoção tem um rentabilidade muito baixa, você não pode mantê-la por muito tempo. Não dá para fazer isso todos os dias, ou todas as semanas. Seria o fim da sua lucratividade, e negócios só permanecem a longo prazo se tem lucro.

Embora tenha usado muito o exemplo dos estabelecimentos comerciais, isso vale também para os eletrônicos, brinquedos, serviços e outros produtos oferecidos nos sites de compras coletivas.

Resumindo: Os sites de compra coletiva são sim uma bolha de mercado. Um negócio que não dá lucro, não porquê não haja receita, mas porquê as despesas são muito altas. Um negócio que tem um modelo que não é sustentável a longo prazo, pois depende de estabelecimentos oferecendo desconto agressivos, e que a médio prazo percebem que isto é um péssimo negócio.  Um negócio que parece online e moderno, mas não utiliza a maioria das estratégias de marketing digital, sendo baseado em estratégias convencionais e nas regras dos negócios convencionais.

Embora pareça um negócio do século 21, os sites de compra coletiva são na verdade negócios típicos do século 20 e da bolha que estourou no final dele na Nasdaq.

Minha homenagem a Steve Jobs

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 25-08-2011

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Ontem recebi a notíca que não esperava ouvir tão cedo: Steve Jobs deixa o cargo de CEO da Apple.

Esta notícia me marcou muito por diversos motivos, e talvez a melhor forma de homenagear este brilhante profissional seja falar sobre estes motivos.

1. Steve Jobs é um gênio.

Ele nunca foi um bom aluno, que não terminou a faculdade, mesmo assim fundou e comandou a mais inovadora empresa do setor  eletrônico, a Apple, lutou bravamente contra o que na época parecia ser a empresa que dominaria todos os computador e a Internet (em homenagem a ele não vou citar o nome desta empresa), e que criou as mais inovadoras obras de artes digitais da era da Internet: O iPod, o iPhone e o iPad.

A Apple de Steve Jobs não fabricava aparelhos de som, mesmo assim o iPod revolucionou a forma como lidamos com a musica, não só eliminando todo o hardware possível entre nós e o som, como também mudando a forma de consumirmos musica, com o suporte do iTunes.

A Apple de Steve Jobs não fabricava celulares, mesmo assim o iPhone revolucionou a forma como usamos a comunicação móvel, não só criando um objeto de desejo, como também mudando a forma como consumimos software, com o suporte da App Store.

A Apple de Steve Jobs, por fim, que fabricava computadores e notebook – desculpe Jobs - que fabricava Macs, apresentou a um mundo atônito de um dispositivo tão revolucionário, que a mídia convencional e digital demorou meses para realmente aceitar e entender o que o iPad viria a representar na vida das pessoas. O iPad e sua tecnologia não só criaram uma nova categoria, o Tablet, como também levou a lona toda a concorrência, que até o momento que escrevo, não conseguiu produzir nada sequer parecido com o iPad.

2. Steve Jobs criou toda uma indústria.

Paralelo a todo o esforço mundano dos PCs, Notebooks e Servidores, ancorados pelo pior sistema operacional já desenvolvido por uma empresa (o qual não citarei o nome), Steve Jobs criou o mundo mágico da Computação, do Design, do Entretenimento e da Mobilidade.

Não estou exagerando. O primeiro computador pessoal que tive contato, ainda na faculdade, foi um Apple II. Ele funcionava bem, tinha uma performance invejável na época, e permitia o desenvolvimento de diversas aplicações e pesquisas de computação pessoal e eletrônica, sem a necessidade de se preocupar com o sistema operacional, sem bugs (defeitos) significativos, e com um design e simplicidade geniais para a época. Do Apple II até os atuais iMac e MacBook, sempre a Apple nos brindou com computadores fáceis de usar, estáveis e bonitos.

Quando surgiram os primeiros softwares de computação gráfica, permitindo que deginers, criativos e agências de publicidade, fizessem o seu trabalho em um ambiente 100% digital, foi a Apple a única empresa que tinha um computador pessoal com performance capaz de suportar estes novos aplicativos, que dependiam de alta resolução e qualidade de imagem, e um processamento poderoso. Prova disso, a grande maioria das agências de publicidade e designers usou ou usa algum computadores da Apple no trabalho de criação.

No entretenimento, quem salvou a industria fonográfica e os artistas da barbárie da pirataria foi a Apple com o iTunes e o iPod. Não estou exagerando. Pirataria é algo que brotou e floreceu nos PCs pela fragilidade da arquitetura e do sistema operacional. O iTunes, inicialmente criticado, deu sentido ao MP3 como negócio, e mostrou o caminho para um mercado que estava perdido.

A mobilidade era mais um conceito do que uma realidade antes do iPhone e do iPad. Sem comentários.

3. Steve Jobs nos mostrou o verdadeiro sentido da palavra Inovação.

Muitos especialistas em inovação podem discordar, mas Steve Jobs tornou a inovação nos negócios e produtos algo paupável, popular, acessível, reconhecível a qualquer empresário ou profissional.

A inovação deixou de ser um conceito vago, ensinado aos executivos e acadêmicos, com exemplos pontuais, e passou a ser uma pessoa (Steve Jobs), uma marca (Apple) e um conjunto brilhante de produtos (iMac, MacBook, iPod, iPhone, iPad).

Além da inovação no hardware e software, a inovação no design, mudando sempre o estabelecido para algo novo e que fazia todo o sentido, depois que Steve Jobs nos bridava com suas aparições nos lançamentos da Apple.

Tudo o que Steve Jobs fez, pensou, criou e produziu, tem a marca reconhecível da inovação. E melhor, da inovação com propósito, demanda e lucratividade.

Obrigado Steve Jobs

Para quem não viu, abaixo a carta de renúncia de Steve Jobs:

To the Apple Board of Directors and the Apple Community:

I have always said if there ever came a day when I could no longer meet my duties and expectations as Apple”s CEO, I would be the first to let you know. Unfortunately, that day has come.

I hereby resign as CEO of Apple. I would like to serve, if the Board sees fit, as Chairman of the Board, director and Apple employee.

As far as my successor goes, I strongly recommend that we execute our succession plan and name Tim Cook as CEO of Apple.

I believe Apple”s brightest and most innovative days are ahead of it. And I look forward to watching and contributing to its success in a new role.

I have made some of the best friends of my life at Apple, and I thank you all for the many years of being able to work alongside you.

Steve

A Cultura Organizacional e as Mídias Sociais

Posted by claudio torres | Posted in Comunicação Empresarial, NewsLetter | Posted on 24-08-2011

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Recentemente ministrei um módulo de Marketing Digital em um MBA da FGV. Durante as aulas os alunos levantaram um tema importante: “Qual a influência da cultura organizacional na implantação de ações de marketing digital?”; E mais importante ainda: “Como preparar e lidar com a cultura organizacional para ações nas mídias sociais?”.

Estas duas preocupações apontam para uma realidade que deve ser encarada por qualquer um que queira, ou tenha a função de, implantar ações de marketing digital em uma empresa, seja ela de médio ou de grande porte: Convencer a alta gestão e envolver os colaboradores.

O que é cultura organizacional?

O que chamamos de cultura organizacional nada mais é do que a mistura da visão e da cultura da alta gestão, com as práticas e a realidade dos colaboradores. Muitas empresas acreditam que a cultura organizacional é algo criado ou imposto por um programa que envolve um batalhão de consultores e dinâmicas organizacionais. Nada mais longe da verdade.

A cultura organizacional é algo construído ao longo do tempo, e que depende da interação de duas forças: A Alta Gestão, o que para algumas empresas quer dizer o dono e para outras a Diretoria, e o conjunto de colaboradores, incluindo a média gerência.

Cada indivíduo tem seus próprios traços culturais, e no ambiente profissional, interage com outros colaboradores, formando uma cultura própria e típica da organização. Sem dúvida ela é influenciada pela cultura da alta gestão, formando o caldo que chamamos de cultura organizacional.

Qual a sua real influência?

Quando você vende algo é mais importante ouvir e entender o comprador, do que falar e tentar convencê-lo. Quem é da área de vendas, e é bom nisso, sabe do que estou falando.

Um vendedor não deve gastar o tempo do comprador tentando empurrar idéias e conceitos pré-formatados por sua empresa. Com toda a certeza os vendedores que fazem isso tem baixa conversão, vendem pouco. A moderna técnica de vendas mostra que antes de falar do seu produto, você tem que conhecer o comprador, entender seus problemas, e criar empatia com ele. Ele tem que conhecê-lo, e depois gostar de você, para aí sim ouvir sua história e estar pronto para comprar seu produtos.

Quando trabalhamos para uma organização, seja como colaboradores, seja como consultores, temos que “vender” as idéias e conceitos do marketing digital, antes de vender a implantação de ações. Por isso a cultura organizacional é tão importante. Você primeiro tem que conhecer a empresa, e sua cultura organizacional, para depois criar um plano, adequado e alinhado com esta cultura, de implantação de marketing digital.

O seu planejamento de marketing digital, ou até o caminho para convencer a alta gestão a deixar você implementar um, depende em muito da cultura da organização e de seus valores.

Uma empresa com uma cultura fortemente comercial, onde vendas é a palavra de ordem, vai estar mais confortável discutindo estratégias que envolvam promoção de vendas e e-commerce, e que sejam fortemente baseadas em métricas palpáveis relacionadas às vendas.

Já uma empresa com uma forte cultura de marca, tem maior propensão a aceitar ideais ligadas a relacionamento com o consumidor e monitoramento de imagem da marca.

Tente inverter estas estratégias, falando de marca com a primeira e vendas com a segunda, e você se sentirá frustrado ao perceber que a organização não está interessada nas suas idéias. Pior, se você for muito bom em convencer pessoas, talvez consiga a aprovação da alta gestão, mas depois esbarre na impenetrável resistência dos gerentes médios e colaboradores.

Se o plano não for adequado a cultura organizacional da empresa, mesmo que a alta gestão esteja comprometida, o plano vai fracassar, pois os gerentes médios e colaboradores não vão reconhecer nenhum valor agregado, sabotando consciente ou inconscientemente a sua estratégia e suas ações.

Qual o melhor caminho para implantação do marketing digital?

Não existe fórmula, mas levar em conta a cultura organizacional, e entender que ela é essencial na implantação do marketing digital na empresa, é seguramente um bom começo.

Não tente “mudar a cultura organizacional” da empresa. Além de comprometer recursos preciosos, você pode passar anos tentando e mesmo assim não conseguir. Saiba que sempre você pode achar um caminho para implantar as setes estratégias do marketing digital, alinhadas a cultura organizacional.

Anote: Não é seu chefe que é conservador, ou sua empresa que é atrasada, é você que não entendeu a cultura organizacional e não sabe ainda como engajá-los no marketing digital.

Então vou dar para você algumas dicas que dei aos meus alunos de MBA:

  1. Conheça a cultura organizacional da empresa.
  2. Defina um conjunto de benefícios únicos do marketing digital, que sejam adequados a esta cultura.
  3. Crie duas formas de apresentar estes benefícios: Um para a alta gestão, mais conceitual e com métricas gerenciais, e outro para os gerentes médios e colaboradores, mais técnico e com métricas customizadas (o que afeta cada grupo: vendas, rh, loja, fábrica, etc…).
  4. Defina ações iniciais de marketing digital totalmente alinhadas com a cultura organizacional, e que tanto a alta gestão quanto os colaboradores entendam e apóiem.
  5. Implemente estas ações, criando métricas e metas, e no final apresente os resultados de forma realista. Mostre o que deu certo e o que esteve aquém do esperado.
  6. Durante todo o processo mantenha todos bem informados, aproveitando para enviar textos e reportagens sobre cases de outras empresas. Estas primeiras ações são seu cartão de visita e seu marketing. Comprometa-se com elas e garanta que criem repercussão interna.
  7. Durante a apresentação dos resultados destas ações, apresente novas ideias que estejam em linha com a cultura organizacional. Dê preferência a propor uma ação concreta a ser implantada em cada uma das setes estratégias do marketing digital. Esta é a hora de começar a arriscar vôos maiores.

Google compra Motorola Mobility. E dai? O que isso afeta meu negócio?

Posted by claudio torres | Posted in Marketing Digital, NewsLetter | Posted on 15-08-2011

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Talvez a notícia do ano tenha acabado de sair: Google compra Motorola Mobility (A divisão de celulares da Motorola e suas patentes de desenvolvimento).

Como sempre acontece com movimentos de fusão e aquisição de gigantes econômicos, lemos o noticiário, achamos interessante e depois nos perguntamos: E Dai? O que isso afeta o meu negócio?

Lógico que cada movimento do mercado global, por menor que seja, afeta até a padaria da esquina aqui perto de casa. Talvez nem todos os empresários tenham noção de como a economia global está conectada, e como cada movimento econômico, inclusive a briga mesquinha dos políticos americanos, lembrando nossos próprios governantes locais, afeta cada negócio no planeta.

Somos um único planeta, uma única economia, e  a considerar os últimos movimentos migratórios do primeiro mundo para o Brasil, uma única força de trabalho. Mas eu não estou aqui para falar de macro economia, até porquê a maioria dos meus leitores estão buscando informações e analises sobre marketing digital e redes sociais. Então vamos analisar o que a compra da Motorola Mobility pelo Google significa para o marketing digital e a Internet. E como isso afeta o futuro próximo.

Em primeiro lugar isso significa uma posição mais clara na estratégia do Google em relação ao mercado. Ao comprar a Motorola, mesmo dizendo no seu comunicado ao mercado que “a Motorola será uma operação separada e que o Android continuará a ser um sistema aberto”, o Google passa a operar com o mesmo conceito Microsoft de “Aberto”. A Microsoft sempre usou a ideia de aberto enquanto interessava para os seus negócios, e fechava a porta toda vez que se sentia ameaçada. Fez isso com o Internet Explorer e com o Java. Hoje faz isso com o Windows 7 Mobile, seu software aberto para celulares.

O Google, que lançou o Android como um sistema aberto para os celulares, agora compra uma empresa concorrente de seus antigos parceiros. Imagine empresas como a LG, Samsung e HTC vão reagir! Agora o Google é dono de um de seus concorrentes. A primeira conseqüência deste movimento do Google será o recrudescimento da guerra entre as empresas de celulares, e o que parecia ser a estabilização do mercado entre 3 grandes players: Apple (iOS), Microsoft (WM7) e Google (Android), pode reacender as ideias de criação de sistemas próprios pelos fabricantes, ou a aproximação da Microsoft com a LG e Samsung. Isso complica a vida das empresas que desenvolvem aplicações móveis, e a longo prazo pode retardar a expansão do Android e do Windows 7.

Atualizando: Alguns dias depois de escrever este artigo o Valor Econômico publicou uma matéria dizendo que o Governo Sul-Coreano está iniciando um consórcio para desenvolvimento de um sistema operacional aberto, e convocou a LG e a Samsung para participar deste esforço, que segundo ele visa proteger os fabricantes locais de uma possível concorrência predatória do Google.

Em segundo lugar, o Google continua em sua caminhada rumo a se tornar uma verdadeira Microsoft, incluindo os erros do fabricante do Windows, ou seja, querer ser tudo, fazer tudo, participar de tudo. O Google será uma ferramenta de busca, com negócios nas redes sociais (Orkut, Google+) que possui uma estação de TV Digital (Google TV), que fabrica software e sistemas operacionais (Android, Chrome, Chrome OS), celulares e tudo mais que parecer importante no radar de mercado do Google. Embora pareça um caminho natural, em geral ele leva a empresa a abrir tantas frentes, que ela naturalmente se torna obsoleta. Isso aconteceu com a IBM, a Microsoft, e irá acontecer com o Google. Portanto fique de olho no mercado de buscas, pois podem surgir empresas novas e inovadoras que mudem um mercado (Buscas, SEO e Marketing de Buscas) que parecia ser domínio quase absoluto do Google.

E por último, e deixei o melhor para o final, o Google provou que a Apple está no caminho certo. Esqueça o Android e o Windows 7 e se prepare para uma era de hegemonia da Apple, do iTunes, do iPod, iPhone e iPad. Ao comprar um fabricante de celulares o Google endossa a estratégia da Apple, e mostra que de fato ela está muito a frente do mercado. Em ultima análise, o Google joga a toalha, sai de sua estratégia, e se torna um seguidor da Apple.

Toda vez que uma empresa abandona sua estratégia própria (Android aberto para todos) e começa a seguir a estratégia de seu concorrente (Fabricar o Android + o Celular) ela assume o papel de seguidor, e de segundo colocado.

O mercado da nova era, da web, das redes sociais da Geração Y, é assim: The Winner takes it All. O vencedor leva tudo. Aconteceu com a Amazon, o lider absoluto no varejo online mundial, com o YouTube, lider absoluto no mercado de vídeo online, com o Facebook, lider absoluto nas redes sociais, e agora está se consolidando com a Apple, que está se tornando a lider absoluta no mercado de mobile. A Apple que já havia no ano passado se tornado a empresa de tecnologia com maior valor de mercado, superando a Microsoft, se tornou este mês a empresa com maior valor de mercado do mundo, superando a gigante do petróleo Exxon.

Resumindo. Como isso afeta o seu negócio?

1. Fique de olho, pois o mercado de buscas, e consequentemente a forma como seu site é encontrado na Internet, irá mudar. Talvez não hoje, mas mudará em breve.

2. Tenha cuidado ao apostar em algumas iniciativas do Google. Como o Google+. Foque seus esforços nos lideres que estão focados nos seus próprios negócios, como o Facebook.

3. Se tiver que apostar em algum Tablet, aposte no iPad, os concorrentes estão muito atrás, e o Google irá complicar mais ainda este mercado.

Por fim, aprenda com a história. ou você tem uma estratégia própria e inovadora, ou é um seguidor e aceita a posição de segundo lugar, e suas conseqüências. Se possível escolha a primeira opção.

Programa de Capacitação de Gestores de Marketing Digital

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 25-12-2010

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Promoção para Congressistas da ABF

20% de Desconto até dia 12/12

Palestras sobre marketing digital com Consultor e Palestrante Claudio Torres

Dê um Presente de Natal para sua empresa. Investindo no Programa Online de Capacitação em Marketing Digital com Cláudio Torres, com um dos Consultores mais renomados no mercado de Marketing Digital.

A demanda por marketing digital nas empresas tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda do mercado.

Um profissional para trabalhar com Marketing Digital deve ter uma formação ampla, que permita atuar na análise, planejamento e gerenciamento de ações na Internet. Não se trata somente de conhecer as ferramentas como o Google, Facebook, Twitter ou LinkedIn, e nem de dominar algumas poucas tecnologias, como o SEO ou os Links Patrocinados. Para ser um Gestor de Marketing Digital é necessário um conhecimento amplo sobre as Sete Estratégias do Marketing Digital, e também uma formação prática em metodologias e ferramentas que permitam produzir resultados efetivos em vários ambientes e empresas.

Este Programa de Capacitação Online, desenvolvido e ministrado pelo Consultor em Marketing Digital Cláudio Torres, tem por objetivo desenvolver as capacidades dos profissionais participantes para que estejam preparados para desempenhar funções como Gestores de Marketing Digital.

O programa é focado em desenvolver as seguintes competências:

O foco do Programa é garantir que o profissional possa desempenhar suas funções como Gestor de Marketing Digital nas empresas e agências de publicidade.

O Programa emitirá um Certificado de Conclusão do Programa, emitido e assinado por Cláudio Torres.

O investimento no Programa de Capacitação em Marketing Digital é de R$ 650,00, que podem ser parcelados no cartão de crédito pelo PagSeguro.

Para matricular-se basta pagar o valor, a vista ou parcelado, pelo PagSeguro, que você rececerá o link para preencher a ficha de cadastro completa, e cadastar sua senha no ambiente do curso.

Para inscrições até dia 12/12/2011, os participantes da promoção tem desconto promocional de 20%,  e o investimento fica em apenas R$ 520,00.

Não Perca

Matricule-se já

R$ 650,00 por R$ 520,00 só até 12/12/11


 

Informações sobre o Programa de Capacitação de Gestores em Marketing Digital.

  • Modalidade : Curso on-line, com seminário presencial.
  • Início do curso : 20/02/2012.
  • Duração do programa : 12 semanas.
  • Carga horária estimada : 120 horas
  • Término do programa : O programa se encerra com um Seminário Presencial em São Paulo com Cláudio Torres no dia 30/05/2012.
  • Investimento : R$ 650,00 R$ 520,00 até dia 12/12/2011, podendo ser parcelado pelo PagSeguro.
  • Forma de pagamento : PagSeguro ( Boleto, Cartão ou Parcelado ).

Resumo do Programa de Formação de Gestores em Marketing Digital.

  1. A História e a Evolução da Internet
  2. O Consumidor na Internet e a Identificação de públicos-alvo.
  3. Gestão Estratégica de Marketing Digital
  4. Marketing de Conteúdo, Blogs e Wikis
  5. Marketing de Buscas, SEO e SEM
  6. Marketing nas Mídias e Redes Sociais
  7. Marketing Direto Digital e Email Marketing
  8. Marketing de Viral e Engajamento
  9. Publicidade Online e Mídias Digitais
  10. Pesquisa online, Monitoramento e Mídia Gerada pelo Consumidor
  11. Monitoramento online, Métricas e Metas
  12. Infra-estrutura e Plataformas Digitais
  13. Navegabilidade, Usabilidade e Design
  14. E-commerce e Logistica na Internet
  15. Plataformas Abertas e Open Source
  16. CrowdSourcing e o Poder das Multidões
  17. Plataformas Móveis e Mobilidade
  18. Planejamento Estratégico de Marketing Digital
  19. Metodologia de Trabalho do Gestor em Marketing Digital.
  20. Seminário Final do Programa de Capacitação

Dúvidas mais frequentes.

Como faço minha inscrição?

As incrições são feitas mediante o pagamento do valor do respectivo curso via PagSeguro. Após o pagamento confirmado, os dados incluídos no Pagamento são utilizados na sua inscrição. Você receberá ainda uma ficha formal de inscrição e demais informações por email.
Qual a forma de pagamento?

Os pagamento são efetuados via PagSeguro que garante segurança e opções de pagamento em boleto, cartão de débito ou crédito.

Qual a condição de pagamento?

Os pagamento são efetuados via PagSeguro, que oferece pagamento com boleto ou cartão de crédito. Na opção cartão de crédito você pode financiar seu curso em até 12 vezes ( Limitado as condições oferecidas pelo PagSeguro no momento ).

Quais os recursos do curso?

O curso utiliza a plataforma Moodle, o software de ensino online mais utilizado no mundo. Cada curso usa um conjunto de recursos conforme questões didâticas e de conteúdo. Em geral você encontrará recursos como texto, podcasts (áudio), videocast (vídeos), apresentações (slides e áudio), arquivos modelo em Word e Excel, e tarefas.

Qual o horário, duração, início e fim de cada módulo do Programa?

Os módulos são elaborados para que você possa iniciar a qualquer momento, e que possa definir o seus próprio horário de estudos.

O Programa emite certificado?

Sim. Ao final do curso, o aluno que realizar todas as tarefas e responder ao questionário final, recebe um certificado de conclusão assinado pelo Professor MSc. Cláudio Torres. Note que trata-se de um certificado de conclusão de um curso livre, e não de um diploma.

Eu necessito de muita banda de acesso para fazer o curso?

Não. Os recurso foram balanceados para reduzir ao máximo a necessidade de banda larga na conexão com a Internet.

A Bíblia do Marketing Digital é o livro de marketing nacional mais vendidos no País

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 14-12-2010

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Estava esperando ansiosamente o resultado da lista anual do Mundo do Marketing, que todo ano pesquisa os 10 livros de marketing mais vendidos no Brasil em 2010. A pesquisa considera as vendas nas livrarias Saraiva, Fnac, Cultura e no site Submarino.

Neste ano teria um panorama completo das vendas do meu livro A Bíblia do Marketing Digital, que lançado no final do ano passado, neste ano estaria na lista com 12 meses completos.

O resultado, que eu já havia detectado, pesquisando a lista dos mais vendidos nos sites das livrarias, é que A Bíblia do Marketing Digital é o segundo livro de marketing mais vendido no Brasil, perdendo somente para o clássico do Kotler, mas ganhando disparado do Marketing 3.0 do mesmo autor. Além disso, meu livro é o livro nacional de Marketing mais vendido no País, isso que a pesquisa não considera as vendas da Laselva (Aeroportos) onde sei que sou disparado o livro de marketing mais vendido.

A todos os que compraram, a todos os que me escrevem diariamente, a todos aqueles que estão estudando, investindo ou pesquisando marketing digital, meu agradecimento por este resultado.

Um boa notícia é que dos dez livros mais vendidos em 2010, cinco são de autores brasileiros, uma grande vitória para mim e meus colegas, que se aventuram a competir com a maquina de vendas americana, que emplaca qualquer recem-formado em Harvard na lista dos mais vendidos. Aqui no Brasil ainda temos muito que fazer no setor, mas pelo menos no marketing já somos 50% dos best sellers.

Programa de Capacitação de Consultores e Gestores de Marketing Digital

Posted by claudio torres | Posted in NewsLetter | Posted on 24-11-2010

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Promoção: “Dê um Presente de Natal para você Mesmo”
20% de Desconto até dia 7/12 12/12

Palestras sobre marketing digital com Consultor e Palestrante Claudio Torres

Dê um Presente de Natal para você mesmo, entrando 2012 investindo na sua carreira e garantindo seu futuro em um dos mercados profissionais que mais cresce no País. Faça um Programa de Capacitação com Cláudio Torres, com um dos Consultores mais renomados no mercado de Marketing Digital.

A demanda por profissionais de marketing digital tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda do mercado.

Um profissional que pretende trabalhar com Marketing Digital deve ter uma formação ampla, que permita atuar na análise, planejamento e gerenciamento de ações na Internet. Não se trata somente de conhecer as ferramentas como o Google, Facebook, Twitter ou LinkedIn, e nem de dominar algumas poucas tecnologias, como o SEO ou os Links Patrocinados. Para ser um Consultor ou Gestor em Marketing Digital é necessário um conhecimento amplo sobre as Sete Estratégias do Marketing Digital, e também uma formação prática em metodologias e ferramentas que permitam produzir resultados efetivos em vários ambientes e empresas.

Este Programa de Capacitação Online, desenvolvido e ministrado pelo Consultor em Marketing Digital Cláudio Torres, tem por objetivo desenvolver as capacidades dos profissionais participantes para que estejam preparados para desempenhar funções como Gestores ou Consultores de Marketing Digital.

O programa é focado em desenvolver as seguintes competências:

O foco do Programa é garantir que o profissional possa desempenhar suas funções como Consultor ou Gestor de Marketing Digital, para empresas e agência de publicidade.

O Programa emitirá um Certificado de Conclusão do Programa, emitido e assinado por Cláudio Torres, e uma carta de recomendação de Cláudio Torres para que o profissional em questão possa utilizá-la conforme a necessidade.

O investimento no Programa de Capacitação de Consultores em Marketing Digital é de R$ 650,00, que podem ser parcelados no cartão de crédito pelo PagSeguro.

Para matricular-se basta pagar o valor, a vista ou parcelado, pelo PagSeguro, que você rececerá o link para preencher a ficha de cadastro completa, e cadastar sua senha no ambiente do curso.

Para inscrições até dia 07/12/2011 12/12/2011, os participantes da promoção tem desconto promocional de 20%,  e o investimento fica em apenas R$ 520,00.

Não Perca

Matricule-se já

R$ 650,00 por R$ 520,00 só até 07/12/11 12/12/11

Informações sobre o Programa de Formação de Gestores e Consultores em Marketing Digital.

  • Modalidade : Curso on-line, com seminário presencial.
  • Início do curso : 20/02/2012.
  • Duração do programa : 12 semanas.
  • Carga horária estimada : 120 horas
  • Término do programa : O programa se encerra com um Seminário Presencial (Opcional – Não Obrigatório) em São Paulo com Cláudio Torres no dia 30/05/2012.
  • Investimento : R$ 650,00 R$ 520,00 até dia 7/12/2011 12/12/2011, podendo ser parcelado pelo PagSeguro.
  • Forma de pagamento : PagSeguro ( Boleto, Cartão ou Parcelado ).
Obs.: O Seminário é o fechamento do conteúdo e uma oportunidade de contato, mas não é obrigatório para o certificado e conclusão do programa. Caso você não possa comparecer receberá o certificado e a carta.

Resumo do Programa de Formação de Gestores e Consultores em Marketing Digital.

  1. A História e a Evolução da Internet
  2. O Consumidor na Internet e a Identificação de públicos-alvo.
  3. Gestão Estratégica de Marketing Digital
  4. Marketing de Conteúdo, Blogs e Wikis
  5. Marketing de Buscas, SEO e SEM
  6. Marketing nas Mídias e Redes Sociais
  7. Marketing Direto Digital e Email Marketing
  8. Marketing de Viral e Engajamento
  9. Publicidade Online e Mídias Digitais
  10. Pesquisa online, Monitoramento e Mídia Gerada pelo Consumidor
  11. Monitoramento online, Métricas e Metas
  12. Infra-estrutura e Plataformas Digitais
  13. Navegabilidade, Usabilidade e Design
  14. E-commerce e Logistica na Internet
  15. Plataformas Abertas e Open Source
  16. CrowdSourcing e o Poder das Multidões
  17. Plataformas Móveis e Mobilidade
  18. Planejamento Estratégico de Marketing Digital
  19. Metodologia de Trabalho do Gestor ou Consultor em Marketing Digital.
  20. Seminário Final do Programa de Capacitação
Obs.: O Seminário é o fechamento do conteúdo e uma oportunidade de contato, mas não é obrigatório para o certificado e conclusão do programa. Caso você não possa comparecer receberá o certificado e a carta.

Dúvidas mais frequentes.

Como faço minha inscrição?

As incrições são feitas mediante o pagamento do valor do respectivo curso via PagSeguro. Após o pagamento confirmado, os dados incluídos no Pagamento são utilizados na sua inscrição. Você receberá ainda uma ficha formal de inscrição e demais informações por email.
Qual a forma de pagamento?

Os pagamento são efetuados via PagSeguro que garante segurança e opções de pagamento em boleto, cartão de débito ou crédito.

Qual a condição de pagamento?

Os pagamento são efetuados via PagSeguro, que oferece pagamento com boleto ou cartão de crédito. Na opção cartão de crédito você pode financiar seu curso em até 12 vezes ( Limitado as condições oferecidas pelo PagSeguro no momento ).

Quais os recursos do curso?

O curso utiliza a plataforma Moodle, o software de ensino online mais utilizado no mundo. Cada curso usa um conjunto de recursos conforme questões didâticas e de conteúdo. Em geral você encontrará recursos como texto, podcasts (áudio), videocast (vídeos), apresentações (slides e áudio), arquivos modelo em Word e Excel, e tarefas.

Qual o horário, duração, início e fim de cada módulo do Programa?

Os módulos são elaborados para que você possa iniciar a qualquer momento, e que possa definir o seus próprio horário de estudos.

O Programa emite certificado?

Sim. Ao final do curso, o aluno que realizar todas as tarefas e responder ao questionário final, recebe um certificado de conclusão assinado pelo Professor MSc. Cláudio Torres. Note que trata-se de um certificado de conclusão de um curso livre, e não de um diploma. O certificado e a carta são emitidos mesmo sem a presença no seminário final.

Eu necessito de muita banda de acesso para fazer o curso?

Não. Os recurso foram balanceados para reduzir ao máximo a necessidade de banda larga na conexão com a Internet.