Como tornar-se um profissional de marketing digital

Posted by claudio torres | Posted in Cases, Comunicação Empresarial, Email Marketing, Marketing de Conteudo, Marketing Digital, Marketing nas Mídias Sociais, Marketing Politico Digital, Marketing Viral, Monitoramento, NewsLetter, Pesquisa online, Publicidade online | Posted on 21-11-2011

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Recebo todos os meses dezenas de emails perguntando como tornar-se um profissional ou um Consultor de Marketing Digital. Assim, decidi escrever este post para orientar quais os passos para os interessados em tornar-se um profissional ou Consultor de Marketing Digital.

É um fato inegável que a demanda por profissionais de marketing digital tem crescido muito mais rápido do que a oferta, e que muitas vezes os cursos formais não tem sido suficientes para suprir esta demanda. Somado a isso outros setores do marketing, da comunicação e da publicidade vem reduzindo sua demanda, fazendo com que os profissionais destes setores tenham interesse em se especializar, migrando para o Marketing Digital.

Formação básica de um profissional de Marketing Digital

O profissional que pretende trabalhar com Marketing Digital deve ter formação superior (Marketing, Publicidade, Comunicação, Engenharia, ou Administração). É possível se tornar profissional sem esta formação, mas o resultado pode ser temerário. No passado, webdesigners e programadores entravam no mercado sem nenhuma formação específica. O fato é que Marketing Digital é Marketing, uma ciência que vem da Administração, que vem da Engenharia. Assim possuir a base acadêmica em Marketing e Administração é fundamental para o melhor desempenho das atividades.

A partir desta formação básica é que o profissional pode se desenvolver. Não há ainda um curriculum específico do profissional de Marketing Digital, e os cursos formais de MBA e Pós-graduação ainda tem sua grade curricular criada pela experiência do gestor de cada curso. Isto faz com que na maioria dos casos, mesmo com uma boa Pós ou MBA o profissional ainda sinta muita dificuldade em executar suas tarefas.

Na formação de um profissional de Marketing Digital você deve se preocupar em desenvolver as seguintes competências:

As Setes Estratégias do Marketing Digital como base de formação

Muitos cursos de Marketing e Publicidade tem adotado As Setes Estratégias do Marketing Digital como modelo básico para seus módulos de Marketing Digital. Eu também uso em todo o meu trabalho este modelo, em particular em meus clientes de consultoria e nos meus cursos online de marketing digital.

Como As Setes Estratégias do Marketing Digital são um modelo teórico de Marketing para a Internet e o ambiente online baseado nas teorias do Marketing, ela é ao mesmo tempo um bom caminho de aprendizado, desenvolvimento, e uma metodologia sólida de trabalho.

As Setes Estratégias do Marketing Digital permitem que você ao mesmo tempo crie uma sólida Formação em Marketing Digital, e tenha uma Metodologia de Marketing Digital para o seu trabalho como Consultor de Marketing Digital ou Gestor de Marketing Digital.

Onde trabalhar com Marketing Digital

Para aproveitar melhor o seu interesse na carreira de marketing digital, você deve considerar que existem três posições principais que você poderá assumir neste mercado: Analista de Marketing Digital, Gestor de Marketing Digital e Consultor de Marketing Digital.

O Analista de Marketing Digital irá trabalhar em uma empresa ou agência de publicidade fazendo o planejamento de marketing digital, criando campanhas de marketing digital, e implementando estas ações, e geralmente trabalhando com um conjunto de terceirizados (empresas de SEO, Mídias Sociais, Blogueiros, Agências, etc…). Esta é uma posição mais operacional, ideal para os jovens que querem aprender e ganhar experiência neste mercado, e um bom caminho para aqueles que buscam uma transição de carreira.

O Gestor de Marketing Digital irá trabalhar como Gerente em uma empresa, sendo o principal responsável pelo planejamento de marketing digital, pelo controle das metas, e pelo reporte à Diretoria de marketing ou comercial. Como todo cargo de gerência o ideal é que você já tenha experiência no mercado. Independente da sua competência como profissional de marketing digital, você terá que desenvolver competências em gestão de processo e pessoas para desempenhar bem sua atividade.

O  Consultor de Marketing Digital  é o profissional externo à empresa ou agência de publicidade, que pode trabalhar de forma independente ou associado a uma consultoria, e que irá ajudar a empresa a desenvolver o planejamento de marketing digital, ou a agência a criar a campanha de marketing digital. Ele pode também ministrar cursos e palestras de marketing digital. Esta posição tem mais independência que as anteriores, mas o profissional deve ter um espirito empreendedor, pois além de executar suas atividades terá que vender seus serviços. Este profissional, além de adquirir conhecimento sobre marketing digital, terá que criar um processo de atualização constante, pois é o conselheiro das empresas, e possuir uma metodologia de trabalho, que vai bem além da metodologia de planejamento e ações de marketing digital.

Buscando um emprego em Marketing Digital

Um vez formado em Marketing Digital você terá um segundo desafio que é conseguir se colocar no mercado. Seguindo a linha de raciocínio que desenvolvi até agora, você primeiro terá que decidir se quer buscar uma colocação como Analista ou Gestor de Marketing Digital ou se pretende desenvolver uma carreira como Consultor de Marketing Digital

Uma alternativa não exclui a outra, mas você terá que escolher em qual delas irá começar para poder buscar seu emprego como profissional de Marketing Digital.

Independente da sua escolha, a sua nova posição como profissional de Marketing Digital dependerá de alguns passos básicos. Crie seu curriculum no LinkedIn, incluindo sua formação específica em Marketing Digital, e um perfil no Facebook. Não espere que alguém leve você a sério no mercado de Marketing Digital se você não tem uma presença sólida na Web. O ideal é que você crie um Blog Profissional (e ligado a ele um Twitter), onde você publique artigos ligados a seus conhecimento em Marketing Digital. Isso ajuda muito na sua exposição, e é fundamental se sua escolha é ser um  Consultor de Marketing Digital.

Uma vez criada esta base, faça o seu próprio planejamento com As Setes Estratégias do Marketing Digital. Exponha-se. Participe de grupos no LinkedIn e Facebook, e do Buzz diário no Twitter.

Se você pretende uma vaga como Analista ou Gestor de Marketing Digital, comece a fazer contato e amizades, via Facebook, Twitter e LinkedIn, com profissionais de agências e de empresas que já trabalham nestas posições. Isso levará você rapidamente a se tornar conhecido. Deixe claro que está buscando uma oportunidade, e mostre seu potencial com as etapas anteriores.

Se você pretende ser Consultor de Marketing Digital, a primeira coisa de que precisa são clientes. Neste caso, criar um planejamento com As Setes Estratégias do Marketing Digital e se expor com seu Blog, Twitter, LinkedIn e Facebook é fundamental. Além disso, se associar a agências ou consultorias, pode ser uma boa estratégia.

Meu trabalho na formação de Gestores e Consultores de Marketing Digital

Desde o lançamento do livro A Bíblia do Marketing Digital tenho participado de projetos de formação de profissionais de Marketing Digital. Além de ministrar vários módulos de MBA e Pós em instituições de ensino, busco criar alternativas para os profissionais com menos tempo ou acesso às instituições de ensino mais renomadas. Como o tempo estes projetos vão se consolidando, e hoje posso estimar que mais de 3 mil profissionais foram treinados diretamente por mim em meus cursos e palestras.

Minhas principais contribuições acessíveis a todos os interessados em se tornar Profissionais, Gestores ou  Consultores de Marketing Digital, são :

Todo este trabalho para contribuir com um mercado cada vez mais competitivo, inovador e saudável para todos os profissionais, gestores e consultores de Marketing Digital.

Se você tem alguma idéia ou sugestão para um projeto de formação, crowdsourcing ou associativismo em Marketing Digital, Entre em Contato Comigo.

 

As 7 regras para obter resultados no e-mail marketing

Posted by claudio torres | Posted in Email Marketing | Posted on 27-09-2010

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Como fazer o Email Marketing FuncionarA mala direta é uma das formas mais antigas de promoção e propaganda. Embora tenha diminuído muito após o surgimento da Internet, ainda persiste em seu intento de se comunicar diretamente com o consumidor.

O e-mail marketing também é uma das formas mais antigas de promoção e propaganda na Internet e surgiu junto com o e-mail e com a própria rede. Mas embora pareça simples, criar uma campanha de e-mail marketing tem seus segredos, e não usá-los pode significar desperdício de dinheiro e redução da eficiência da campanha. Enviar mensagens para o público errado, ser confundida com spam, ou ser apagada antes de ser lida, são alguns dos problemas mais comuns.

Para permitir que sua campanha obtenha resultados, desenvolvi 7 regras para obter bons resultados nas campanhas de e-mail marketing, e que quero agora compartilhar com você.

Regra 1 : Saiba de onde vem seu mailing.

A primeira vista pode não parecer importante saber como você adquiriu, e qual a origem dos endereços de e-mail que você está utilizando, mas eu garanto que isso faz muita diferença. A Internet é feita de pessoas, portanto sua mensagem será enviada para um grupo de consumidores, e não para um monte de computadores. Como o consumidor recebe muitos e-mails não solicitados todos os dias, o spam e os golpes por e-mail são comuns, e ele pode ou não aceitar bem a ideia de receber um e-mail de você.

É muito comum hoje em dia recebermos oferta de empresas que vendem milhares ou milhões de e-mails dito “qualificados”, mas que você tem ideia de como esses e-mails foram obtidos. Você sabe o que pode acontecer? Os mesmos milhares de e-mails que você está comprando, estão sendo vendidos sem critério para centenas de outras empresas. Cada consumidor que teve o azar de ter seu e-mail publicado nesta lista, receberá além da sua mensagem, outra centena de mensagens não solicitadas, uma dezena de e-mails falsos, vírus e golpes. A tendência é que esse consumidor se torne avesso a todo tipo de mensagem que ele não conhece e endureça as regras de spam do seu programa de leitura de e-mails. O resultado é que sua mensagem jamais será lida, não importa se você envie uma única vez ou dezenas de vezes.

Além disso, outro problema comum é a falta de identificação do consumidor com o endereço de e-mail de sua empresa. A maioria das empresas sérias que vendem estas listas, tomam o cuidado de pedir, no momento do cadastro, a autorização do internauta para que seu e-mail possa ser divulgado para terceiros. Os que autorizam sabem e identificam que estão recebendo mensagens sobre um assunto relacionado a um cadastro feito em outro site. Isso cria uma identificação e aumenta as chances do e-mail ser lido.

Obviamente, os e-mails obtidos em seu próprio site, através de uma página de cadastro, são mais efetivos que as listas compradas de terceiros. Assim, se for adquirir uma lista de e-mails, sempre pergunte a origem, e como foram obtidos, os e-mails que você está comprando. Esta é a melhor forma de garantir que sua lista será de fato útil e eficiente.

Regra 2 : Defina o público certo para sua mensagem.

Outro fator importante na definição da lista de e-mails é a relação entre o público-alvo e a mensagem enviada. É muito comum alguém oferecer uma lista de e-mails identificada como, por exemplo: “50.000 e-mails de empresas industriais de São Paulo”. Embora isso pareça uma identificação, na prática isso não significa nada. Apenas diz que os e-mails são de algum tipo de indústria em uma dada cidade. Mas qual o cargo na indústria do usuário do e-mail? Será que esse e-mail não é somente o e-mail padrão do administrador do site da indústria? Será que o setor industrial e o porte da indústria são adequados ao seu público-alvo?

Todas estas perguntas têm que ser feitas para que você evite enviar sua mensagem para a pessoa errada. Assim podemos dizer que é melhor ter uma lista de 1000 e-mails, que pertencem a pessoas dentro do seu público-alvo, do que ter 100.000 e-mails dos quais você não sabe nada. Não se iluda com os números, e não suponha que se você tiver um milhão de e-mails seu consumidor estará entre eles. Pode ser justamente o milhão de consumidores que não compram o seu produto.

Trabalhe sempre com listas de e-mails claramente ligadas ao seu público alvo. É melhor uma lista pequena e focada, do que uma enorme lista genérica.

Regra 3 : Crie uma estrutura de e-mail que funcione, sempre.

Ao contrário da mala direta, o e-mail não tem corpo físico. Na mala direta é mais difícil o consumidor jogar a carta no lixo sem abri-la, seja pela curiosidade de conhecer o conteúdo, seja pelo medo de perder algo importante. No e-mail todos os gatos são pardos. Você não tem como trabalhar um envelope diferente e atrativo. Você só terá o seu endereço e o campo “assunto” para chamar a atenção do consumidor.

Sempre tenha em mente que o consumidor lê sua mensagem utilizando um programa, como o Outlook ou o Thunderbird. O que ele vê é apenas uma lista de mensagens com o nome do remetente e o assunto. Esta lista contem ainda marcação automática de spam ou golpe, realizada pelo programa de leitura. Assim a melhor forma do internauta abrir e ler sua mensagem é evitar que ela seja marcada como spam e tornar o assunto do e-mail interessante e atraente.

Se você seguiu, as regras anteriores, o desafio agora é fazer com que o consumidor se interesse pelo campo de assunto do seu e-mail. A máxima atenção deve ser dada ao campo assunto. Ele tem que refletir a sua mensagem e sua importância para o consumidor. O assunto deve ter entre 6 e 10 palavras, e ser de fácil leitura. Pense o seguinte: Você como consumidor abriria esse e-mail somente lendo o campo assunto?  Não envie campos de assunto somente com a palavra “newsletter” ou “informativo”, acrescente algo sobre o tema da mensagem como: “Newsletter Infobot (widgets virais, entenda o Twitter)”.

Se o assunto gera interesse, então o internauta irá abrir o e-mail, ler o início da mensagem e depois continuar a leitura ou apagá-la. Assim você tem que criar mensagens de fácil leitura e que não dependam de imagens. Muitos programas de e-mail são configurados para só apresentar imagens ou vídeos após o leitor autorizar. Assim a decisão de colocar elementos gráficos, imagens ou vídeos em seu e-mail deve ser bem estudada. Muitas empresas especializadas em e-mail marketing criam peças gráficas baseadas em imagem. Você deve saber que isso pode diminuir as chances de seu e-mail ser aberto.

Os anexos são piores, eles são em geral confundidos com vírus, e podem ser apagados já no servidor de e-mails. Há empresas que simplesmente bloqueiam e-mails que contem anexos. Enviar e-mails somente com texto pode não ser atraente para um consumidor acostumado a um padrão visual cada vez mais elaborado.

Alternativa mais segura, que mistura apresentação e eficiência é o uso do formato HTML. Este formato, utilizado na confecção de sites, permite que você crie mensagens visualmente atraentes, que podem ser lidas mesmo sem o carregamento das imagens que a ilustram. Além disso, é possível enviar mensagens no formato HTML e texto, deixando que o programa leitor de e-mail apresente o formato mais adequado.

Regra 4 : Deixe claro qual a sua oferta.

Quando estamos falando de e-mails, você não pode correr o risco que o e-mail, depois de aberto, não cause impacto no consumidor. Não há tempo para correções e muito menos para tentativa e erro. Se você enviar uma mensagem mal formatada ou com um conteúdo ruim, provavelmente sua segunda mensagem não será aberta. Saiba que a maioria dos programas de e-mail permitem que o usuário, com um só clique, diga que sua mensagem deve ser apagada automaticamente.

Assim, sua mensagem deve causar impacto e ser significativa para o consumidor. Se você está enviando um informativo, apresente assuntos relevantes e atuais, não uma descrição dos seus produtos. Se você está lançando um produto, crie uma oferta, um desconto, uma vantagem. Faça com que o consumidor sinta que aquilo é exclusivo e só é ofertado por aquele e-mail.

Se você quer promover um evento sazonal, como a estadia em um hotel no feriado, pense no que oferecer que diferencie você do resto dos concorrentes. Evite ao máximo enviar mensagens publicitárias similares às que o consumidor já está vendo na sua veiculação em outras mídias. Se você criou um anúncio para uma revista, não envie esse mesmo anúncio por e-mail para o consumidor. Você estará perdendo tempo. Crie algo exclusivo e novo. Crie algo que associe o anúncio da revista a uma oferta única por e-mail. Pense que você terá somente uma chance para que sua mensagem cause impacto, portanto faça uma oferta clara e atraente.

Regra 5 : Escolha a melhor hora para enviar sua mensagem.

Perceba a situação do consumidor quando vai abrir a sua mensagem. Os e-mails permanecem em um servidor até que o consumidor consulte sua caixa de entrada. É só nesse momento que ele terá contato com a sua mensagem. Pense bem quem é seu consumidor, como ele se comporta, seu dia-a-dia e quando você imagina que ele abrirá o e-mail.

Se seu cliente é um executivo de uma grande empresa, é provável que ele veja os e-mails de manhã cedo quando chega ao escritório, ou no final do dia quando as coisas estão mais tranqüilas. Se você enviar o e-mail no final de semana, seu e-mail aparecerá junto com todo o lixo de spams que foi enviado da sexta à noite até a segunda pela manhã. O executivo já está acostumado com essa enxurrada de bobagens e vai apagar mais rápido os e-mails. Além disso, segunda-feira pela manhã todos chegam afobados para iniciar o dia e resolver os problemas antes que a semana comece. Imagine agora enviar seu e-mail na terça no final do dia, em torno das 17h30. A maioria dos e-mails chatos já foi descartada, o executivo ainda ficará algumas horas no escritório, e ninguém resiste a uma última olhada na caixa de entrada antes de ir para casa.

Percebeu a diferença entre as duas situações? Percebe como o dia da semana e o horário do envio são importantes? Este é só um exemplo, mas pense em seu consumidor e em quando você acha que ele está mais tranquilo, disposto para ler seus e-mails e livre dos indesejados spams.

Regra 6 : Mantenha a função original de sua lista.

Tenha em mente que sua lista de e-mails deve sempre ser preservada e estar ligada ao seu negócio. Já vi grupos empresarias que compartilham grandes listas de e-mails. É o caso, por exemplo, de uma rádio que faz uma promoção e depois envia os e-mails para a matriz, que usa a lista na promoção de uma nova revista. Este tipo de ação prejudica a qualidade da lista e piora o resultado.

O resultado piora por um motivo muito simples : O consumidor se acostuma a receber seus e-mails e associa sua empresa a um assunto. Se ele recebe outro e-mail com outro assunto, ou vários e-mails com assuntos diferentes, ele terá a tendência a identificá-lo com spam, e não abrirá sua mensagem.

Se você tem um único negócio, ótimo, pois estará sempre focado. Mas se sua empresa atua em vários ramos, procure manter ações e listas separadas. Você terá listas menores, mas com um retorno muito maior.

Regra 7 : Tenha uma estratégia integrada.

Integre sua ação de e-mail marketing às suas estratégias de marketing. Pense na sua lista de e-mails como um patrimônio de sua empresa e invista para aumentá-lo.

Crie ações promocionais com o objetivo de aumentar o seu banco de dados de e-mail marketing. Analise a taxa de conversão que você vem obtendo com o e-mail marketing, calcule o incremento do resultado com o aumento de sua lista de e-mails e crie promoções que se paguem com esse incremento. Crie também promoções que estimulem a indicação de amigos.

Mas cuidado : Crie prêmios, descontos e promoções vinculados ao seu negócio e produto. Isso garante que as pessoas certas vão estar se cadastrando. Se você vende bebidas, faça promoções dando descontos para compras, ou sorteie um vinho, assim você atrai pessoas que gostam e compram bebidas. Não sorteie uma viagem, pois várias pessoas que não bebem vão se cadastrar para conseguir a viagem. Você estará piorando a qualidade de sua lista com consumidores fora de seu público-alvo.

Enfim, seja eficiente nas ações de e-mail marketing.

Como você pode ver são 7 regras simples e objetivas, e que podem ser seguidas por qualquer empresa. O importante é que você as entenda e crie sua campanha baseada nelas. Com estes passos tenho certeza que você irá criar uma boa campanha de e-mail marketing e conseguir bons resultados para sua empresa.

Afinal, as 7 regras foram baseadas no comportamento da pessoa mais importante em qualquer campanha : O consumidor.

Dicas de email marketing para pequenas empresas

Posted by claudio torres | Posted in Email Marketing | Posted on 06-09-2010

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Marketing Digital e Email Marketing para pequenas empresasO email marketing é parte do marketing digital, e embora seja a ferramenta mais utilizada pelas pequenas empresas, ela seguramente é a ferramenta de marketing digital mais mal utilizada por todas as empresas.

O email marketing é basicamente marketing direto, visa estabelecer um contato direto com o consumidor, passando para ele a sua mensagem.

Mas na Internet o marketing direto e o email marketing sofrem muito com o volume vergonhoso de emails enviados a todos nós, muitos deles, se não a maioria, inúteis. Assim o desafio do email marketing para sua empresa é se diferenciar e realmente ser útil. No caso do marketing das pequenas  empresas na Internet, você pode começar seguindo estas dicas, e implantando já cada uma das ações a seguir.

Crie um mailing útil e eficiente

Crie e mantenha seu próprio banco de dados de e-mails para seu email marketing. O mais importante é enviar email para as pessoas certas, e saber que elas vão abrir e ler sua mensagem. Comprar listas de empresas pode ser um desperdício de dinheiro e tempo. Pense quantas vezes você recebeu mensagens de empresas que não se aplicam ao seu perfil?

Lembre-se: somente adquira listas de e-mails de empresas que indiquem claramente como os e-mails foram obtidos. Listas piratas ou sem identificação significam que seu consumidor não quer receber os seus emails. Listas sem identificação significam que alguém em algum momento está usando o endereço do seu consumidor sem autorização dele.

Não envie folhetos no seu email marketing. Não envie emails somente com imagens. Isso é criado por praticidade das agências de publicidade, não sua. Além disso é ineficiente. Seu consumidor não vai abrir emails com mensagens somente com uma imagem. O servidor ou leitor de email dele bloqueia isso. Defina um padrão de mensagem em HTML que possa ser facilmente lido e use esse padrão em todos os seus e-mails.

Defina uma agenda

No seu email marketing pense nos melhores horários para o seu consumidor e nos quais ele terá mais chances de abrir sua mensagem.

Cada grupo de pessoas tem um padrão de uso de emails. Por exemplo, um executivo recebe muitos emails de SPAM na segunda pela manhã, pois ele não leu nenhum email no final de semana. Assim é melhor enviar emails para ele na Terça ou na Quarta à tarde.

Se informe com seus clientes. Estude os melhores dias e horários para enviar suas mensagens de email marketing.

Tenha um cadastro

Muita gente visita o seu site. Ou pelo menos deveria. Não deixe estas pessoas escaparem. Crie em seu site uma página para cadastro de email marketing.

Crie também opções de cadastro em todos os pontos de contato com seu consumidor, como a sua loja, seus vendedores, sua caixa de cartões, ou formulários de cadastramento.

Crie campanhas

Mantenha seu consumidor interessado em seus emails e seu email marketing, criando campanhas periódicas, com promoções e descontos exclusivos.

Periodicamente, crie campanhas de indicação de amigos e promoções para novos cadastrados.

Fale com seu consumidor

Ficar enviando folhetos publicitários no email marketing é a forma mais simples de afastar seus consumidores de você. Não envie propaganda, ao contrário, fale com o seu consumidor.

Crie um informativo semanal ou quinzenal com as novidades de seu negócio. Se sua empresa não gera muitas novidades, coloque informações sobre o setor.

Não aborreça ele

A pior propaganda é a propaganda chata. Não envie milhões de emails, não envie folhetos em imagem, não fale só de seus produtos.

No email marketing envie somente mensagens interessantes, ofertas genuínas e exclusivas. Cause impacto.

A regra de ouro do email marketing é: Envie informações úteis, para as pessoas certas e que desejam recebê-las.

Marketing Viral não é SPAM

Posted by claudio torres | Posted in Email Marketing | Posted on 14-03-2008

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Marketing Viral e E-mail MarketingOutro dia recebi um e-mail de uma “empresa” que promovia uma banco de dados de 1 milhão de e-mails, com um argumento discutível : “A cada 1000 clientes 10 retornam. Com nosso banco de dados você tem um retorno garantido de 10.000 clientes”. E no texto chamando isso de “marketing viral”.

Muito bem, vamos por partes. Primeiro, a empresa ou agência que compra um “banco de dados de e-mails” tem que saber que isso tem nome, chama-se : SPAM. SPAM é algo banido da Internet como as drogas são banidas da sociedade. SPAM é e-mail não solicitado, e um banco de dados de e-mails que você não obteve com o consentimento dos usuários é e sempre será SPAM. Mesmo quando estes e-mails são travestidos como uma espécie de serviço on-line. Se você assina um serviço de envio de e-mails e usa o seu cadastro, tudo bem, mas de o serviços de e-mail lhe oferece um banco de dados de ilustres desconhecidos, isso é SPAM.

Segundo é muito importante que se saiba que você pode contar grandes mentiras falando somente a verdade. É possível que de 1000 e-mails ( de SPAM ), gerem 10 internautas que retornem. Isso é 1% o que estatisticamente é aceitável para uma mala direta de qualquer natureza. Mas, você tem que entender que os outros 99% não só não retornam, como ficam insatisfeitos, irritados, e colocam sua empresa na lista de SPAM do Outlook, Thumderbird, ou webmail deles, e NUNCA mais vão ler outro e-mail seu. Além disso, estes outros 99% começam a reconhecer sua marca como um SPAMMER, e você ficará junto das empresas que oferecem Viagra pela Internet ou que tentam vender loterias da Inglaterra. Ou seja, você talvez ganhe 1% de audiência, mas com certeza perde 99% dela.

Terceiro, SPAM não é marketing viral. Marketing viral não é enviar sua mensagem para um monte de gente e ver o que acontece, isso é mala direta. Na Internet você pode fazer marketing direto (E-mail Marketing) com uma News Letter ( se os usuários se cadastraram e sabem que você vai enviar algo ) ou SPAM ( se você comprou estes tais e-mails ). Marketing viral é composto por um conjunto de técnicas e ações que visam criar relacionamento com grupos e comunidades de influência e consentidamente fazer com que estes grupos espalhem positivamente a sua mensagem ou a sua marca de forma expontânea e exponencial. Marketing Viral não se faz enviando 1 milhão de e-mails, isso é SPAM. Marketing Viral se faz colocando-se informações gratuitas e úteis na Internet e divulgando-as para portais, sites de busca, jornalistas e internautas chaves que por sua vez espalham a mensagem como um vírus ( daí o nome ), sempre consentidamente.

Ele gera um efeito cascata, dominó, uma progressão exponencial do número de pessoas que conhecem e reconhecem sua marca, algo como 10 – 100 – 10,000 – 100,000,000. Ou seja, você não paga para falar uma vez com 1 milhão de pessoas e seja o que Deus quiser. Você investe seu tempo planejando sua campanha e sua mensagem, para que divulgando para uma centena de pessoas, ela circule por milhões de pessoas.

Portanto, não caia na conversa dos SPAMMERS pois você pode estar fazendo marketing para seu concorrente.

Outro dia recebi um email de uma “empresa” que promovia uma banco de dados de 1 milhão de emails, com um argumento discutível : A cada 1000 clientes 10 retornam. Com nosso banco de dados você tem um retorno garantido de 10.000 clientes”. E no texto chamando isso de “marketing viral”.

Muito bem, vamos por partes.

Primeiro, a empresa ou agência que compra um “banco de dados de emails” tem que saber que isso tem nome, chama-se : SPAM. SPAM é algo banido da Internet como as drogas são banidas da sociedade. SPAM é email não solicitado, e um banco de dados de emails que você não obteve com o concentimento dos usuários é e sempre será SPAM.

Segundo é muito importante que se saiba que você pode contar grandes mentiras falando somente a verdade. É possível que de 1000 emails ( de SPAM ), gerem 10 internautas que retornam. Isso é 1% o que estatisticamente é aceitável para uma mala direta. Mas, você tem que entender que os outros 990 não só não retornam como colocam sua empresa na lista de SPAM do webmail ou do Outlook e NUNCA mais vão ler outro email seu. Além disso estes outros 99% começam a reconhecer sua marca como um SPAMMER, e você ficará junto das empresas que oferecem Viagra pela Internet ou que tentam vender loterias da Inglaterra. Ou seja, você ganha 1% ( talvez ) e perde 99% ( com certeza ).

Terceiro, SPAM não é marketing viral. Marketing viral não é enviar sua mensagem para um monte de gente e ver o que acontece, isso é mala direta e na Internet chama-se news letter ( se os usuários se cadastraram e sabem que você vai enviar ) ou SPAM ( se você comprou estes emails ).

Marketing viral é composto por um conjunto de técnicas e ações que visam criar relacionamento com grupos e comunidades de influência e consentidamente fazer com que estes grupos espalhem positivamente a sua mensagem ou a sua marca. Marketing Viral não se faz enviando 1 milhão de emails, isso é SPAM, Marketing Viral se faz colocando-se informações gratuítas e úteis na Internet e divulgando-as para portais, sites de busca, jornalistas e internautas chaves que por sua vez espalham como um virus ( daí o nome ) a sua mensagem, sempre consentidamente.

Ele gera um efeito cascata, dominó, uma progressão geométrica do número de pessoas que conhecem e reconhecem sua marca, algo como 10 – 100 – 10,000 – 100,000,000. Ou seja, você não paga para falar uma vez com 1 milhão de pessoas e seja o que Deus quiser. Você investe para com o tempo fazer sua mensagem e marca circular contínuamente por milhões de pessoas, sempre, o tempo todo.

Portanto, leia meu atigo O que é e como fazer Marketing Viral , consulte quem realmente entende do assunto, ou contrate alguem, mas não caia na conversa dos SPAMMERS pois você pode estar fazendo marketing para seu concorrente.

Outro dia recebi um email de uma “empresa” que promovia uma banco de dados de 1 milhão de emails, com um argumento discutível : A cada 1000 clientes 10 retornam. Com nosso banco de dados você tem um retorno garantido de 10.000 clientes”. E no texto chamando isso de “marketing viral”.

Muito bem, vamos por partes.

Primeiro, a empresa ou agência que compra um “banco de dados de emails” tem que saber que isso tem nome, chama-se : SPAM. SPAM é algo banido da Internet como as drogas são banidas da sociedade. SPAM é email não solicitado, e um banco de dados de emails que você não obteve com o concentimento dos usuários é e sempre será SPAM.

Segundo é muito importante que se saiba que você pode contar grandes mentiras falando somente a verdade. É possível que de 1000 emails ( de SPAM ), gerem 10 internautas que retornam. Isso é 1% o que estatisticamente é aceitável para uma mala direta. Mas, você tem que entender que os outros 990 não só não retornam como colocam sua empresa na lista de SPAM do webmail ou do Outlook e NUNCA mais vão ler outro email seu. Além disso estes outros 99% começam a reconhecer sua marca como um SPAMMER, e você ficará junto das empresas que oferecem Viagra pela Internet ou que tentam vender loterias da Inglaterra. Ou seja, você ganha 1% ( talvez ) e perde 99% ( com certeza ).

Terceiro, SPAM não é marketing viral. Marketing viral não é enviar sua mensagem para um monte de gente e ver o que acontece, isso é mala direta e na Internet chama-se news letter ( se os usuários se cadastraram e sabem que você vai enviar ) ou SPAM ( se você comprou estes emails ).

Marketing viral é composto por um conjunto de técnicas e ações que visam criar relacionamento com grupos e comunidades de influência e consentidamente fazer com que estes grupos espalhem positivamente a sua mensagem ou a sua marca. Marketing Viral não se faz enviando 1 milhão de emails, isso é SPAM, Marketing Viral se faz colocando-se informações gratuítas e úteis na Internet e divulgando-as para portais, sites de busca, jornalistas e internautas chaves que por sua vez espalham como um virus ( daí o nome ) a sua mensagem, sempre consentidamente.

Ele gera um efeito cascata, dominó, uma progressão geométrica do número de pessoas que conhecem e reconhecem sua marca, algo como 10 – 100 – 10,000 – 100,000,000. Ou seja, você não paga para falar uma vez com 1 milhão de pessoas e seja o que Deus quiser. Você investe para com o tempo fazer sua mensagem e marca circular contínuamente por milhões de pessoas, sempre, o tempo todo.

Portanto, leia meu atigo O que é e como fazer Marketing Viral , consulte quem realmente entende do assunto, ou contrate alguem, mas não caia na conversa dos SPAMMERS pois você pode estar fazendo marketing para seu concorrente.